Em maio de 2025, o governo instituiu a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 5% sobre aportes em planos VGBL, inicialmente sobre contribuições mensais acima de R$ 50 mil e, após recalibragens, sobre o que excedesse R$ 300 mil anuais em 2025 e R$ 600 mil anuais a partir de 2026. A justificativa oficial era dupla: fechar uma suposta brecha de planejamento tributário e reforçar a arrecadação. Passado mais de um ano, os dados permitem um balanço - e ele é desfavorável. O imposto arrecadou pouco, encolheu a base sobre a qual incide e, mais grave, acelerou a migração desse capital para instrumentos isentos, ampliando a renúncia fiscal que o próprio governo quer combater. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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IOF sobre VGBL: imposto que reduz a arrecadação?
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