Intestino preso em viagens? Harvard explica causas e soluções
Embora viajar seja uma das experiências mais prazerosas para as pessoas, há quem sofra com o mal-estar causado pela mudança de rotina, conhecido como “constipação do viajante”, que está relacionada a indigestões repentinas provocadas por alterações nos hábitos cotidianos.
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No entanto, os problemas gastrointestinais não estão ligados apenas a mudanças bruscas na alimentação — também podem ser resultado de variações nos períodos de descanso.
De acordo com a Harvard Medical School, essas condições são causadas por mudanças abruptas de horário, refeições fora do horário habitual e alterações no ciclo de sono, já que todos esses fatores tendem a modificar o ritmo intestinal do organismo.
— Problemas estomacais como diarreia, constipação e indigestão são companheiros de viagem muito comuns — explicam especialistas da instituição, que afirmam que essas urgências ocorrem com maior frequência em determinados trajetos e em pessoas com intestino sensível.
Dicas para reduzir o mal-estar durante viagens
Prevenir esses desconfortos não exige grandes sacrifícios, mas sim manter certa disciplina durante o deslocamento. Segundo especialistas de Harvard, a chave para evitar alterações no sistema digestivo é reduzir o estresse.
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A instituição também recomenda lavar as mãos com frequência e utilizar apenas água engarrafada para beber ou escovar os dentes em locais desconhecidos ou com pouca infraestrutura de saneamento básico.
Outro conselho é evitar gelo nas bebidas, já que, além de refrescar, ele pode ter sido feito com água contaminada. Quanto às frutas e verduras locais, embora possam parecer atraentes, não é recomendável consumi-las sem higienização adequada ou se não estiverem bem cozidas.
Por outro lado, os especialistas sugerem aumentar a ingestão de fibras e líquidos antes e durante a viagem para prevenir a constipação. Entre os alimentos mais indicados estão maçãs sem casca, framboesas, leguminosas e cereais integrais.
Por fim, os especialistas lembram que, embora essas orientações ajudem a reduzir os desconfortos mais comuns, é fundamental procurar atendimento médico caso os sintomas persistam ou haja complicações mais graves.
