Interdição da avenida Júlio César: veja as rotas alternativas durante a retirada de passarela

 

Fonte:


Motoristas que trafegam pela Avenida Júlio César, em Belém, devem ficar atentos às mudanças no trânsito. A via está totalmente interditada nos dois sentidos, no trecho entre as avenidas Centenário e Pedro Álvares Cabral, desde a noite desta terça-feira (10). A interdição ocorre para a retirada de uma passarela que apresentou risco de desabamento na última sexta-feira (7).


A operação de desmontagem começou na noite de terça-feira (10) e a interdição da via está prevista para durar 24 horas. A liberação do tráfego está agendada para as 20h desta quarta-feira (11). Segundo Isaías Reis, diretor de Transporte da Segbel, o trecho foi isolado para assegurar a segurança das equipes envolvidas na retirada da estrutura.


[[(com.atex.plugins.image-gallery.MainElement) Remoção da passarela da Júlio César]]


VEJA MAIS


[[(standard.Article) Passarela que apresentou risco de desabamento é retirada na avenida Júlio César]]


[[(standard.Article) Passarela com risco de desabamento causa transtornos e atrasa voos no Aeroporto de Belém]]


Rotas alternativas para evitar congestionamento


Durante o período de interdição, agentes de trânsito estão no local para orientar os condutores sobre os desvios e auxiliar na fluidez do tráfego. Para minimizar os impactos no trânsito, a recomendação é que os motoristas utilizem rotas alternativas.


[instagram=DVuQHkxjRKH]


De acordo com a Segbel, as principais opções para quem precisa acessar o Aeroporto Internacional de Belém ou seguir em direção ao centro da cidade são:


Avenida Arthur Bernardes

Avenidas Almirante Barroso e Pedro Álvares Cabral, que também podem ser usadas para entrar ou sair da capital.


Operação em andamento e perícia técnica


Apesar da chuva registrada na noite de terça-feira (10) em Belém, a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra) informou que os trabalhos de retirada da passarela seguem mantidos conforme o cronograma. A operação mobiliza cerca de 100 trabalhadores, incluindo engenheiros, técnicos e operários, para garantir a eficiência e segurança do processo.


Após ser completamente desmontada, a estrutura passará por uma perícia técnica detalhada. Esta análise será conduzida por especialistas contratados pela Seinfra e por peritos da Polícia Científica, que serão responsáveis por investigar as causas do problema que levou ao risco de desabamento da passarela.