Ingrid Gaigher surge como ex de Juquinha em ‘Loquinha’, novelinha derivada de ‘Três Graças’: ‘Trama histórica’
Depois de interpretar a Lucimar de “Vale tudo” (2025), Ingrid Gaigher será vista como Teca, que chega para mexer com a relação de um dos casais mais queridos de “Três Graças”. A atriz já está gravando “Loquinha”, spin-off com as personagens da trama das nove em formato de novelinha vertical. Na produção, que terá 25 capítulos curtos e estreia prevista para este mês, Ingrid faz uma ex-namorada de Juquinha (Gabriela Medvedovsky), que reaparece para deixar Lorena (Alanis Guillen) insegura. A nova história tem conexões com a trama exibida na TV aberta, mas aprofunda os conflitos no relacionamento das duas, que agora ganham o centro da narrativa.
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A atriz Ingrid Gaigher
Foto: André Hawk/ Styling: Layza Dias/ Produção de moda e assistência de styling: Kevin Borges
Em entrevista exclusiva à coluna, Ingrid dá detalhes sobre a personagem: “Teca teve uma história intensa com Juquinha e acredita que possa resgatar essa paixão e amor por ter sido especial e verdadeiro. Quem nunca? Ela traz humanidade para a trama das duas, já que na vida real um casal sempre tem suas histórias pregressas, paixões, recaídas, ciúme e dúvidas. Teca personifica essas tensões, até porque ela tem um objetivo claro que é ter a Juquinha de volta”.
Lorena (Alanis Guillen) e Juquinha (Gabriela Medvedovsky) em 'Três Graças'
Reprodução/ Rede Globo
Apesar de trazer conflito, Teca não quer necessariamente separar o casal Loquinha. “Ela é não monogâmica, ou seja, o afeto dela não está só na Juquinha. Isso acaba criando outro imaginário sobre os conflitos entre as duas e talvez até uma possível atração por Lorena, quem sabe? Existem muitas Tecas por aí!”, aponta.
A atriz Ingrid Gaigher
Marcio Farias
A atriz não esconde a empolgação por fazer parte da produção. “É uma oportunidade de trabalhar numa trama histórica e importante para nós, mulheres, e sobretudo para a comunidade LGBTQIA+. Existe um ineditismo em ‘Loquinha’ quando falamos sobre o romance entre duas mulheres. Com elas, há um aprofundamento do que é um amor romântico feminino, apresentado de forma menos estereotipada”, destaca a atriz, que completa: “Estamos acostumados a ver esse tipo de retrato entre casais heterossexuais na teledramaturgia, mas agora temos duas mulheres, que têm suas próprias tramas. Como atriz, posso dizer que estou vivendo um momento histórico”.
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