Influenciador paga R$ 12 mil por mês a funcionário 'amigo' para falar bem dele em festas e paqueras
O influenciador fitness e criador de conteúdo adulto Rafa Marttinz afirma destinar cerca de R$ 12 mil por mês para manter um funcionário contratado exclusivamente para acompanhá-lo em festas, camarotes e baladas. A função, segundo ele, é atuar como uma espécie de "apoio social" em interações com mulheres, destacando suas qualidades durante a noite. O que começou como uma ideia informal entre amigos acabou se tornando um serviço fixo, incorporado à rotina de eventos.
Saiba: Ex-Miss Bumbum conta que recorre a botox no corpo para lidar com excesso de suor na rotina fitness
Confira: 'Mulher fitness perfeita' revela que já dormiu 20 horas seguidas após rotina extrema de treinos
Rafa conta que a inspiração surgiu ao observar comportamentos espontâneos de conhecidos durante as saídas noturnas.
"Sempre tem aquele amigo que chega elogiando, falando que você treina, que é bonito, que faz sucesso… mas depois some pra curtir a própria festa. Aí pensei: por que não ter alguém fazendo isso de forma contínua?", diz.
De acordo com ele, o profissional o acompanha em média de duas a três noites por semana e circula por ambientes variados, de eventos privados a camarotes mais disputados. A atuação envolve conversas, aproximações iniciais e comentários estratégicos sobre aparência, estilo de vida e popularidade.
"Ele literalmente falava bem de mim para as pessoas. Enquanto eu conversava, soltava coisas como 'você viu o shape dele?' ou 'ele faz sucesso aqui'. Parece exagero, mas muda a dinâmica", afirma.
O influenciador relata ainda que a função acabou ganhando contornos quase performáticos em algumas situações.
"Teve noite em que ele chegava antes de mim nas pessoas só para 'preparar o terreno'. Quando eu aparecia, parecia que já havia uma apresentação pronta", diz, em tom bem-humorado.
Segundo Rafa, o aspecto que mais chama atenção é a reação de quem descobre o arranjo. Em muitos casos, o acompanhante é inicialmente confundido com amigo próximo ou assessor.
"Quando eu explicava, muita gente ria. Mas depois sempre vinha alguém perguntando se eu podia indicar alguém para fazer o mesmo. No fundo, percebi que existe curiosidade sobre esse tipo de dinâmica", conclui.
