Imprensa iraniana e agências humanitárias indicam mais de 200 mortos no Irã
Exatamente 30 horas depois do primeiro ataque dos EUA e Israel ao Irã, relatos da imprensa iraniana e agências humanitárias indicam mais de 200 mortos e centenas de feridos, incluindo um incidente em uma escola de meninas no sul do país. Só ali morreram mais de cem pessoas.
Os Estados Unidos informaram que três soldados do país morreram nos ataques por solo.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse à rede de TV norte americana Fox News neste domingo que 48 líderes foram mortos em ataques dos EUA e de Israel ao Irã. Na entrevista Trump disse que "ninguém consegue acreditar no sucesso que estamos tendo", ao comemorar que, segundo ele, essas lideranças tenham sido eliminadas de uma só vez."
Em meio a escalada da violência no Oriente Médio, Trump declarou nesse domingo à revista "The Atlantic" que a nova liderança iraniana o aiatolá Alireza Arafi quer retomar as negociações e que ele aceitou abrir diálogo.
Depois do anúncio feito pelo Irã, os Estados Unidos negaram que um porta-aviões americano tenha sido atingido por mísseis balísticos da Guarda Revolucionária Iraniana. O Exército americano declarou que se trata de uma "mentira" e que os mísseis "nem sequer chegaram perto"
O ataque dos EUA e Israel contra Teerã e outras cidades iranianas, aconteceu às 9h15 da manhã de sábado, e matou o aiatolá Ali Khamenei. Poucas horas depois de reconhecerem a morte do líder supremo, as autoridades iranianas anunciaram a condução ao cargo, de forma temporária, de Alireza Arafi.
O ex-presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad foi morto em um ataque aéreo em Teerã durante os bombardeios atribuídos aos Estados Unidos e a Israel. A informação foi confirmada pela agência estatal iraniana ILNA. Ahmadinejad governou o país entre 2005 e 2013, com um mandato marcado pela repressão violenta a protestos após a reeleição, em 2009.
