A pressão americana sobre Cuba nos últimos meses levou a ilha caribenha a uma crise sem precedentes, com apagões prolongados, escassez de combustível e uma população cada vez mais vulnerável. Agora, o novo capítulo na estratégia de Washington contra o governo cubano, somado ao indiciamento do ex-presidente Raúl Castro, também passa pela Gaesa, o megaconglomerado militar responsável por administrar entre 40% a 70% da economia do país. Poucos meses após a captura do líder venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, as movimentações recentes levantam questões sobre os interesses da administração de Donald Trump no país e sobre até que ponto o modelo aplicado em Caracas pode ser reproduzido com sucesso em Havana. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
