Hungria decide futuro de Orbán em eleição-chave para extrema direita global

 

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Após 16 anos, um ícone da extrema direita global pode ser derrotado hoje, quando os húngaros vão às urnas para decidir o futuro do eurocético e pró-Rússia Viktor Orbán, de 62 anos. Se o resultado colocar um fim à “democracia iliberal” no país, abrirá caminho para uma Europa menos fragmentada por divisões geopolíticas. Mas, se Orbán se mantiver no poder, a vitória confirmará a força da onda favorável à extrema direita no mundo. Líderes europeístas torcem pela mudança. Os confrontos da Hungria de Orbán com a União Europeia (UE) e o alinhamento do conservadorismo húngaro ao projeto americano de desmonte da ordem liberal do pós-Segunda Guerra fazem da eleição parlamentar húngara um dos pleitos mais importantes da Europa neste ano. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.