Homem quebra recorde mundial ao memorizar dezenas de combinações e abrir 19 cofres em 4 minutos

 

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Há alguns dias, Nelson Dellis, consultor e atleta americano, conseguiu bater um recorde mundial ao memorizar dezenas de combinações numéricas e abrir 19 cofres em quatro minutos. Segundo as regras estabelecidas pelo Guinness World Records, o homem teve que descobrir o código de pelo menos 15 recipientes para ser coroado como o detentor do título.

Para avaliar e validar sua capacidade, o indivíduo foi convidado para o programa italiano "Lo Show dei Record", que tem como foco apresentar pessoas que tentam quebrar recordes mundiais oficiais.

O método que o americano usou

"Havia códigos que eu achava que tinha esquecido, mas à medida que fui avançando, eles voltaram à minha memória", confessou Nelson em uma entrevista para o livro Guinness World Records após sua inegável vitória.

Apesar de ter enfrentado um sistema de segurança complexo, o homem revelou que a chave do seu sucesso foi o método do código fonético, uma estratégia que ele vem implementando há anos para converter combinações em consoantes e, em seguida, em palavras.

Para reter grandes quantidades de informação em pouco tempo, o sujeito tinha que atribuir uma ou mais consoantes a cada dígito de 0 a 9, usando vogais como preenchimento. Dessa forma, ele conseguia transformar os números em imagens mentais ou termos simples.

Segundo o americano, esse truque não é útil apenas para desafios que envolvem números, mas também é eficaz para memorizar pontos chave durante reuniões de trabalho ou os nomes de muitas pessoas.

Embora sua decisão de mostrar seu talento a milhões de telespectadores tenha sido influenciada por sua autoconfiança, ela também foi marcada por um legado familiar que o acompanha há vários anos.

Durante a entrevista, Nelson indicou que a ideia de treinar sua memória surgiu pouco depois do falecimento de sua avó, vítima de Alzheimer. No entanto, sua proximidade com essa doença não apenas o levou a se preparar para o desafio global, mas também lhe permitiu assumir seu papel como ativista em favor das pessoas diagnosticadas com essa condição.