Homem desembarca nos EUA com porco inteiro cozido e é detido pela alfândega

 

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Um passageiro vindo de Togo, país da África Ocidental, foi barrado pela Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP) ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Detroit com um porco inteiro cozido dentro da bagagem despachada. O caso aconteceu nesta semana e foi divulgado pelo diretor de Operações de Campo da agência.

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A imagem do animal, embalado em um saco plástico preto, foi compartilhada por Raybon nas redes sociais. Segundo a CBP, o viajante provavelmente fez conexão em outro aeroporto antes de chegar aos Estados Unidos, possivelmente em Paris, onde não teria passado por inspeção alfandegária.

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As autoridades americanas informaram que produtos derivados de porco são geralmente proibidos de entrar no país devido ao risco de introdução da peste suína africana, doença viral considerada altamente contagiosa e letal para suínos. O vírus não afeta humanos, mas pode provocar impactos na produção e no abastecimento de carne suína.

De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a doença nunca foi registrada em território americano, embora já tenha atingido países da Ásia, Europa e ilhas do Caribe, como Haiti e República Dominicana. Atualmente, não há vacina nem tratamento disponível para a enfermidade.

O USDA permite apenas a entrada de produtos suínos enlatados e alimentos comercialmente estáveis. Outros tipos de carne de porco são proibidos.

Apesar da apreensão inusitada, autoridades americanas afirmam que não é raro viajantes vindos da África Ocidental tentarem transportar alimentos típicos da região, como peixes secos e carnes preparadas artesanalmente, alguns deles com forte odor e sujeitos a restrições sanitárias.