Gwyneth Paltrow deu azar ao Brasil no Oscar, aponta web; entenda
Foram quatro indicações, mas acabou que "O agente secreto" não levou nenhuma estatueta do Oscar pra casa. Nas redes sociais, conspiradores de plantão apontam uma possível culpada: Gwyneth Paltrow. Isto porque a atriz — que ganhou o Oscar na disputa com Fernanda Montenegro, em 1999 — esteve ao lado de Wagner Moura, que concorria ao troféu melhor ator, no palco da premiação. Depois, os dois até tiraram foto juntos.
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Veja o registro a seguir.
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Os brasileiros ainda se ressentem da vitória de Paltrow sobre Montenegro naquele ano, muitos consideram injusta a decisão da academia de ter dado o troféu à americana. Portanto, apontam os mais "cri cri" nas redes, seria mais prudente que o protagonista de "O agente secreto" passasse longe da artista.
"Que caia por terra qualquer maldição vinda dessa mulher pra cima do nosso cinema", orou um usuário no X. "Tirem a Gwyneth Paltrow de perto do Wagner Moura AGORA", se queixou outro. "Vai dar zica", comentou um terceiro.
Veja algumas das reações nas redes:
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Comentários 'contrariados'
Vinte e cinco anos após vencer o Oscar de melhor atriz, Gwyneth Paltrow, de 52 anos, revisitou, em entrevista à revista Vanity Fair, o impacto da premiação em sua trajetória e a busca por validação em Hollywood. A atriz se lembrou de sua vitória em 1999, quando, aos 26 anos, superou concorrentes como Meryl Streep, Cate Blanchett e a brasileira Fernanda Montenegro, da qual diz ainda receber comentários de fãs contrariados nas redes sociais.
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Divulgação
Na entrevista, Gwyneth revelou que, apesar do prestígio pela atuação em "Shakespeare Apaixonado", a estatueta dourada trouxe desafios emocionais e não preencheu os vazios que imaginava. Ela também relativizou o prestígio do Oscar, apontando que a premiação, frequentemente vista como o auge do reconhecimento profissional, não é tão glamourosa quanto aparenta.
— Tive essa validação muito cedo, e isso talvez não tenha sido algo positivo — disse à Vanity Fair.
Logo após a premiação, a atriz conta que viveu uma crise emocional e buscou ajuda médica, se questionando sobre o que sentia. “O que há de errado comigo?”, relembra. O médico recomendou que ela procurasse terapia. Na época, além da pressão do reconhecimento, a jovem atriz lidava com a doença do pai, Bruce Paltrow, que enfrentava um câncer na garganta e morreu poucos anos depois, durante uma viagem a Roma para comemorar o aniversário de 30 anos da filha.
A experiência a levou a refletir sobre a natureza da ambição.
— Existe um nível saudável de ambição, como ‘eu sei quem sou e quero conquistar o mundo’, mas há também um aspecto que vem de feridas emocionais — afirmou.
