Guilherme Arantes reflete sobre tempos modernos, pausa na carreira e disco novo: 'A gente não é obrigado a ser contemporâneo'
Escorrem os feeds nas nossas mãos, vai post daqui, like dali, e o sábio fugiu para as colinas. Fugiu das piruetas e cambalhotas de um showbizz moderno, link patrocinado, pré-save, repost. Tudo ficou meio estranho para Guilherme Arantes, um dos maiores hitmakers do Brasil, desde que a internet reinventou as rodas do mercado fonográfico. Meio Beatles, meio Chopin, esotérico e erudito, espécie de elo perdido entre o barroco e o new wave, o artista de 72 anos pegou carona numa calda de cometa e foi morar em Ávila, região montanhosa no Centro-Oeste da Espanha, onde passou por um período sabático no ano passado. Antes disso, em dezembro de 2024, desabafou contra o que chamou de “nova ordem artística” e se classificou como “um bizarro replicante, peixe fora do aquário”. Depois de um respiro, voltou. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
