Guarda Civil prende homem acusado de assédio contra funcionárias de tenda de apoio a vítimas de violência de gênero no Carnaval de SP
A Guarda Civil Metropolitana de São Paulo prendeu neste domingo (15) um homem acusado de assediar duas funcionárias que trabalham em uma tenta de acolhimento a vítimas de violência de gênero durante o Carnaval.
O caso ocorreu durante a passagem de um bloco na Praça da República, no centro da cidade. Na ocasião, o homem, que estaria embriagado, pediu para que as mulheres colassem em sua genitália um adesivo com os dizerem "não é não".
O material é entregue durante os dias de folia justamente para combater episódios de assédio sexual. O acusado foi preso em flagrante e encaminhado para a 1° Delegacia de Defesa da Mulher, na mesma região. Caso constatado o crime, ele poderá ser indiciado por importunação sexual, cuja pena, em caso de condenação, varia de 1 a 5 anos de cadeia.
Veja abaixo nota enviada pela Secretaria da Segurança Pública.
"O caso citado é investigado pela Polícia Civil. Na tarde deste domingo (15), uma guarda municipal foi acionada para a ocorrência. No local, foi constatado que um homem havia abordado mulheres que trabalhavam na divulgação de panfletos e adesivos e as proferiu pedidos de baixo calão. As partes foram conduzidas a delegacia, onde prestaram depoimento. O caso foi registrado na 1ª DDM (Delegacia de Defesa da Mulher). Diligências estão em andamento visando o esclarecimento dos fatos e as responsabilizações".
Celulares recuperados
Nos dois primeiros fins de semana de Carnaval, as polícias Civil e Militar de São Paulo recuperaram mais de 60 celulares roubados ou furtados. No sábado (14), 32 aparelhos foram apreendidos com criminosos em diferentes pontos da cidade.
Com a Operação Carnaval 2026, a Secretaria da Segurança efetuou 37 prisões capital, incluindo casos de furto, roubo, adulteração de bebidas alcoólicas, além do cumprimento de mandados judiciais com apoio do sistema Muralha Paulista, de câmeras de segurança.
