Grupo hacker divulga dados de dois mil militares americanos próximos ao Irã, incluindo famílias e endereços
O grupo de hackers Handala divulgou nesta terça-feira (28) os dados pessoais de 2.379 militares americanos que servem atualmente no Golfo Pérsico, segundo informações da Press TV.
O Handala anunciou que não apenas catalogou os nomes e identidades de dezenas de milhares de soldados americanos na região, mas também coletou informações detalhadas sobre suas famílias, endereços residenciais, bases militares, deslocamentos diários, hábitos de consumo e até mesmo atividades noturnas.
Em seu comunicado, o Handala chamou a divulgação de um 'aviso menor', alegando que a segurança militar dos EUA 'não é nada mais do que uma ilusão vazia'.
Ele ainda alertam que 'nenhum lugar está seguro', ameaçando uma exposição mais ampla e possíveis ataques futuros, dizendo que 'quando a hora zero chegar', ações mais extensas poderiam seguir.
Um vídeo de ameaça também foi divulgado. Veja:
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Trump 'não gostou' da nova proposta do Irã para o final da guerra, diz agência
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em pronunciamento após ataque durante jantar na Casa Branca
MANDEL NGAN / AFP
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não teria gostado da nova proposta iraniana para o final da guerra, que oferece um acordo sobre o Estreito de Ormuz, e contornando as questões delicadas do enriquecimento nuclear.
Um funcionário americano afirmou para a agência de notícias Reuters que Trump está insatisfeito com a proposta porque ela não aborda o estoque de urânio enriquecido do Irã, que os EUA desejam remover.
'Ele não gostou da proposta', disse a fonte à Reuters.
Trump havia discutido a ideia com seus principais assessores de segurança nacional nessa segunda-feira (27).
A Axios divulgou nessa segunda também a notícia da nova proposta iraniana, após ambas as partes não terem chegado a um acordo para as negociações de paz.
