O Grupo Casas Bahia disse que, até o momento, não há operação de obtenção de recursos financeiros, seja na modalidade DIP (debtor-in-possession) ou não, contratada ou aprovada e não há qualquer renegociação de prazos e obtenção de recursos definida ou aprovada.
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A companhia, que ajuízou um pedido de recuperação judicial na segunda-feira (19), prestou esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a respeito de notícias sobre a busca por um financiamento do tipo DIP de até R$ 1 bilhão, concedido a empresas que estão em processo de recuperação judicial.
A varejista informou que mantém conversas com diversos agentes de mercado em busca das melhores soluções financeiras para a companhia, o que inclui a possibilidade de captação de novos recursos via financiamento.
A companhia também afirma que está avaliando alternativas para renegociar os prazos de suas obrigações e destravar caixa, como a adesão a mecanismos de transação tributária para alongar passivos fiscais e o levantamento de valores em juízo.
No entanto, a dona das lojas Casas Bahia e Ponto Frio frisou que tais frentes ainda estão sob análise jurídica e operacional, sem garantias de implementação ou prazos definidos para sua conclusão.
Sobre as medidas de reestruturação operacional, que incluem o fechamento de 298 lojas menos rentáveis, redução de investimentos e corte de despesas com pessoal, a companhia diz que não dispõe sobre informações do seu impacto financeiro.
Por fim, o Grupo Casas Bahia afirmou que continuará monitorando as tratativas e que comunicará tempestivamente aos acionistas e ao mercado qualquer desdobramento relevante.
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