‘Grande liderança, jovem, policial civil’, diz Flávio Bolsonaro ao anunciar Douglas Ruas candidato do PL no Rio
O PL definiu que o secretário estadual de Cidades, Douglas Ruas, vai ser o candidato ao governo do Rio contra o prefeito Eduardo Paes. A chapa terá como vice o ex-prefeito de Nova Iguaçu Rogério Lisboa, em uma aliança com a federação PP-União Brasil, e com o governador Cláudio Castro e o prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, concorrendo ao Senado.
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— Nosso grupo anuncia o nome de Douglas Ruas como pré-candidato ao governo. Douglas é ex-secretário de Cidades do Estado, deputado estadual, uma grande liderança, jovem, policial civil, e realizou um trabalho extraordinário à frente da Secretaria de Cidades do Rio de Janeiro. É uma pessoa respeitada na política e que tem o apoio dos partidos que estão se integrando a esse projeto. Ao lado dele, anunciamos Rogério Lisboa como pré-candidato a vice-governador. Rogério acaba de deixar a Prefeitura de Nova Iguaçu. E o governador Cláudio Castro é o nosso candidato ao Senado — disse o senador Flávio Bolsonaro.
Flávio vinha buscando consolidar um palanque forte no Rio para sua candidatura à Presidência, especialmente depois que Paes atraiu o MDB para chapa, com a indicação de Jane Reis, irmã do ex-prefeito de Duque de Caxias Washington Reis para vice na chapa.
Em contraponto, a chapa do PL conseguiu atrair Rogério Lisboa, que era um dos preferidos para ser o vice da chapa de Paes.
Castro afirmou que ainda não há definição sobre o candidato que vai concorrer ao mandato-tampão até o fim do ano após a saída dele, em abril, para concorrer ao Senado. O posto de vice-governador está vago desde que Thiago Pampolha assumiu o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ).
— A questão envolve tanto a desincompatibilização quanto o tempo de filiação partidária. Em relação à desincompatibilização, a regra seria a mesma para qualquer um dos nomes, seja Douglas, seja Nicola (Miccione, secretário da Casa Civil). Ou seja, se a legislação impedir um, também impedirá o outro. Por isso, o que decidimos enquanto grupo é que essa definição só será tomada quando tivermos plena segurança jurídica sobre qual regra prevalecerá. Até lá, não haverá precipitação. A decisão será colegiada, construída em consenso, sempre considerando o que for melhor para o projeto do grupo e para o objetivo maior, que é vencer as eleições e manter a governança do Estado — disse Castro.
