Governadores da direita brasileira reagem favoráveis à invasão dos EUA na Venezuela

 

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Governadores que representam a direita no Brasil reagiram de forma majoritariamente favorável à captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, na madrugada deste sábado. As manifestações ocorreram nas redes sociais, com tom de celebração.

Assim como o presidente da Argentina, Javier Milei, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, usou uma imagem do presidente Lula abraçando Nicolás Maduro para comentar a ação dos Estados Unidos contra a Venezuela.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, Tarcísio relacionou o episódio ao cenário político brasileiro e às eleições de 2026, citando a possibilidade de derrota da esquerda no pleito de outubro:

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A operação também foi comemorada por outros governadores vistos como possíveis presidenciáveis.

Em uma rede social, o governador do Paraná, Ratinho Junior, afirmou que a população venezuelana “estava sendo oprimida há décadas por tiranos antidemocráticos” e parabenizou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pela decisão que, segundo ele, teria libertado o povo do país vizinho.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, declarou que “este 3 de janeiro entra para a história como o dia da libertação do povo venezuelano”, que, segundo ele, vive há mais de 20 anos sob uma “narcoditadura chavista”.

Já o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, disse torcer para que a queda de Maduro permita que a Venezuela reencontre “paz, estabilidade e o caminho do desenvolvimento”.

No Rio de Janeiro, o governador Cláudio Castro escreveu que o povo venezuelano “tem motivos para comemorar” a ação de Trump, por representar o fim de uma tirania.

Segundo Castro, Maduro é um ditador que viola direitos humanos, persegue opositores e não respeita valores democráticos, defendendo que a liberdade deve orientar as ações dos governos da América Latina e o combate ao narcoterrorismo no continente.

Em posição distinta, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que também já manifestou disposição em disputar a Presidência, classificou o regime de Maduro como inadmissível, mas condenou o uso da força pelos Estados Unidos.

Ele afirmou preocupação com a escalada de tensão na região e os possíveis desdobramentos do conflito.