Golpe da falsa central: 4 dicas do Itaú para você não ser mais uma vítima - QTU Questões do Universo

Golpe da falsa central: 4 dicas do Itaú para você não ser mais uma vítima

Fonte: Bandeira da fonte

O golpe da falsa central está mais sofisticado.
Criminosos se passam por funcionários de instituições financeiras e entram em contato por telefone ou mensagem para alertar sobre uma suposta compra suspeita, tentativa de invasão ou movimentação fora do padrão.
Durante a abordagem, pedem senhas, códigos de segurança, instalação de aplicativos ou transferências para uma falsa “conta segura”.
Segundo o Itaú Unibanco, os golpistas podem citar informações parciais sobre o cliente, simular transferências entre departamentos e reproduzir músicas de espera.
Outra estratégia é o chamado call spoofing, técnica que permite exibir um número falso na tela do aparelho da vítima.
“O golpe da falsa central é construído para parecer um contato legítimo.
As pessoas criminosas podem citar informações parciais sobre o cliente para ganhar credibilidade.
Nas ligações, simulam transferências entre departamentos, usam músicas de espera e podem mascarar o número de origem da chamada com a técnica de ‘call spoofing’, que permite mostrar um número falso na tela do dispositivo da vítima”, afirma Ana Leda Guedes Tavares, superintendente de Prevenção a Fraudes do Itaú Unibanco.
A executiva ressalta que o principal sinal de alerta está no tipo de solicitação feita durante o contato.
“Bancos não solicitam senha, iToken, dados do cartão ou transferência de valores para proteger a conta do cliente”, diz.
A abordagem costuma explorar a autoridade associada à instituição financeira e criar uma sensação de urgência.
Sob pressão, a vítima tem menos tempo para conferir as informações e pode compartilhar dados ou realizar operações que normalmente evitaria.
Quatro dicas para agir em caso de suspeita
O Itaú recomenda tomar as seguintes medidas diante de uma ligação ou mensagem suspeita:
Interrompa o contato: desligue imediatamente e não permaneça na chamada para tentar “confirmar” o suposto problema.
Procure os canais oficiais: entre em contato diretamente pelo aplicativo ou pelos telefones disponíveis no site do banco.
Não use números fornecidos durante a abordagem suspeita.
Avise o banco e preserve as provas: caso tenha compartilhado informações ou realizado alguma transação, comunique a instituição financeira e guarde comprovantes, números de telefone e capturas de tela.
Registre um boletim de ocorrência: a formalização do caso junto à Polícia Civil pode ajudar na investigação e na identificação de redes criminosas.
Mais Lidas