Gemini 4 Argon: IA promete fazer tarefas complexas e superar ChatGPT e Claude

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O Google anunciou o Gemini 4 Argon, novo modelo de inteligência artificial desenvolvido para executar tarefas complexas e competir com ferramentas como ChatGPT e Claude. Entre os destaques está a janela de saída de até 1 milhão de tokens, que permite à IA trabalhar com fluxos longos de raciocínio em atividades como programação, análises financeiras e jurídicas e identificação de falhas de segurança. O Gemini 4 Argon está em fase de testes e deve chegar a desenvolvedores, empresas e assinantes do Google AI Ultra. A seguir, o TechTudo explica como funciona o Gemini 4 Argon, quais são seus principais recursos e como o novo modelo se compara às principais IAs do mercado. 🔎 O que são agentes de IA? Entenda nova tendência do mercado de tecnologia 🔎 Como criar um agente de IA no ChatGPT: guia completo para configurar o recurso 🔎 Agentes de IA são o futuro? Veja o que esperar da nova tecnologia Nova inteligência artificial do Google, Gemini 4 Argon promete superar ChatGPT e Claude; entenda Divulgação/Google Blog 🔎 Prompt para foto profissional de casal: veja os melhores para o Gemini 🔎 7 prompts do Gemini para estudar melhor em 2026 Índice O que é o Gemini 4 Argon? Conheça a nova IA do Google Gemini 4 Argon pode gerar até 1 milhão de tokens; entenda O que o Gemini 4 Argon consegue fazer? Nova IA do Google pode programar e corrigir códigos sozinha? Gemini 4 Argon também encontra e corrige falhas de segurança Gemini 4 Argon é seguro? Veja as proteções da IA Como acessar e quanto custa o Gemini 4 Argon? 1. O que é o Gemini 4 Argon? Conheça a nova IA do Google O Gemini 4 Argon é o novo modelo de inteligência artificial de ponta do Google, projetado para resolver problemas profissionais altamente complexos que exigem raciocínio longo e contínuo. Seu principal diferencial técnico é a capacidade de gerar até 1 milhão de tokens de saída, permitindo que a ferramenta execute tarefas extensas do início ao fim sem perder a coesão. O modelo também se destaca pelo alto desempenho multimodal e pela capacidade de analisar vídeos longos com precisão, por exemplo. A proposta do Argon é atuar como um assistente avançado, tratando basicamente de três “pilares”: programação, trabalho corporativo especializado (pesquisas jurídicas e análises financeiras) e cibersegurança (identificação e correção autônoma de falhas em sistemas). Prompt para ensaio fotográfico de aniversário: veja os melhores para o Gemini 2. Gemini 4 Argon pode gerar até 1 milhão de tokens; entenda Tokens são as unidades básicas que as inteligências artificiais usam para ler e processar texto, no geral, cada token equivale, em média, a uma palavra ou a um pedaço de palavra. Com isso em mente, a grande virada do Gemini 4 Argon está no seu limite de saída. Ou seja, enquanto outros modelos costumam travar ou interromper a resposta após gerar poucas milhares de palavras, a nova IA do Google consegue escrever de forma contínua respostas gigantescas com capacidade de até 1 milhão de tokens, o que seria equivalente a centenas de páginas de texto geradas de uma só vez. Na prática, esse limite expansivo é um divisor de águas para resolver problemas altamente complexos do início ao fim sem perda de contexto. Em vez de exigir que você divida um projeto em várias etapas manuais, a ferramenta consegue analisar uma solicitação extensa e entregar soluções completas, como a reescrita de sistemas de código inteiros, relatórios jurídicos e financeiros detalhados ou a varredura completa de segurança de um programa, isso tudo sem esquecer detalhes do início da conversa ou deixar o trabalho pela metade. Prompt para ensaio fotográfico de gestante no Gemini; veja como fazer 3. O que o Gemini 4 Argon consegue fazer? O novo modelo do Google chega com potencial para transformar fluxos de trabalho altamente técnicos e burocráticos, destacando-se por executar projetos extensos do início ao fim sem a necessidade de dividir as tarefas em pequenos comandos. Além disso, ele serve para: Programação e reescrita de código: O modelo realiza refatorações completas em sistemas complexos, atualiza bibliotecas antigas e traduz linguagens inteiras (como migrar projetos de C/C++ para Rust) com alta precisão e sem perdas de contexto. Análise visual e multimodalidade: Capaz de processar informações visuais avançadas, o Gemini 4 Argon analisa gráficos profissionais, interpreta dados extraídos de vídeos longos e lê conjuntos densos de documentos em sequência para tomar decisões automatizadas. Trabalho corporativo especializado: Facilita a rotina nos setores financeiro e jurídico, estruturando pesquisas regulatórias, elaborando minutas de contratos complexos e realizando auditorias fiscais detalhadas. Segurança cibernética defensiva: Consegue analisar sistemas em tempo real para encontrar, validar e corrigir falhas de segurança críticas de maneira autônoma, atuando na proteção preventiva de infraestruturas de TI. Gráfico do Google mostra Gemini 4 Argon superando rivais em testes de código Divulgação/Google Blog Para comprovar esse salto em tarefas complexas de engenharia de software, o Google revelou testes no DeepSWE v1.1, um dos principais testes do mercado para avaliar o desempenho de IAs em programação de longo alcance. No indicador, o Gemini 4 Argon assumiu a liderança ao atingir 77,9% de taxa de sucesso, superando concorrentes diretos como o Claude Opus 5.5 (que marcou 74,2%) e o GPT-6 Astra (com 74,1%). Gemini 4 Argon supera GPT-6 Astra e Claude Opus 5.5 em testes de programação Divulgação/Google Blog Prompts para criar fotos de casamento no Gemini; veja ideias para casais 4. Nova IA do Google pode programar e corrigir códigos sozinha? O Gemini 4 Argon foi projetado para atuar como um verdadeiro parceiro autônomo na engenharia de software, indo além de simples sugestões de linhas de código. Ele consegue analisar ecossistemas inteiros de programação para criar novas soluções do zero, identificar e depurar bugs e realizar migrações complexas entre diferentes linguagens de programação. Graças à sua grande capacidade de contexto e raciocínio contínuo, a ferramenta consegue mapear dependências, testar hipóteses e reescrever bases de código massivas sem perder a coerência funcional do sistema. Para demonstrar esse potencial na prática, o Google compartilhou resultados expressivos obtidos em seus próprios testes e benchmarks do setor, como: Migração do kernel Fuchsia Zircon: Agentes baseados no Argon assumiram a migração de códigos C/C++ para Rust em projetos internos do Google, lidando desde bibliotecas com dezenas de milhares de linhas até a base do kernel Zircon, que supera 800 mil linhas de código. Otimização de decodificação de vídeo: No projeto libgav1 (software de código aberto para decodificação de vídeo), a IA substituiu 32 mil linhas de código ao realizar experimentos autônomos. O resultado foi um decodificador em Rust 2,7 vezes mais rápido e totalmente seguro em termos de memória. Liderança em engenharia de software real: No benchmark DeepSWE v1.1, que mede a capacidade de IAs em resolver tarefas reais e longas de engenharia de software, o Argon alcançou o topo global com 77,9% de precisão. Otimização de memória em Data Centers: Agentes com Argon analisaram a telemetria das instalações do Google e aplicaram otimizações autônomas que liberaram mais de 300 TiB de memória RAM, com estimativa de economizar até 1 PiB de recursos nos data centers da empresa. 5. Gemini 4 Argon também encontra e corrige falhas de segurança Além de programar, o modelo traz um forte foco em cibersegurança defensiva. A IA atua mapeando o sistema em busca de brechas ocultas, testando de forma autônoma se a falha pode ser explorada por invasores e gerando o código exato para "tapar o buraco". Para que a ferramenta consiga agir sem limitações na proteção de redes reais, o Google removeu as travas de segurança cibernética convencionais para parceiros confiáveis, permitindo que a inteligência artificial pense exatamente como um especialista em segurança. Com isso, entre os principais resultados e casos práticos apresentados pelo próprio Google, estão: Descoberta de falha crítica em hospitais: Segundo o Google, em testes com a empresa de segurança Wiz, o Argon identificou sozinho uma vulnerabilidade grave em um software médico usado por hospitais no mundo todo. A brecha expunha dados pessoais de pacientes e tinha passado despercebida por modelos de IA anteriores. Varredura em tempo real sem código-fonte: Em testes de invasão "às cegas" , onde a IA analisa o sistema funcionando pela internet sem ver o código por trás, o Google afirma que o Argon superou gerações anteriores ao identificar a superfície de ataque e produzir provas práticas da falha. Desempenho no benchmark CWE-bench v1: Nos testes padronizados que medem a capacidade de IAs em corrigir vulnerabilidades em programas de computador, a empresa divulga que o Argon empatou no 1º lugar global, alcançando uma taxa de sucesso de 68%. Vale destacar que essas métricas e exemplos se baseiam em relatórios e testes internos divulgados pelo próprio Google durante o anúncio do modelo. Texto para foto de casal no Gemini: use estes prompts para entrar na trend 6. Gemini 4 Argon é seguro? Veja as proteções da IA Com o aumento da capacidade das inteligências artificiais de agir de forma autônoma e executar códigos reais, a preocupação com a segurança passa a ser prioridade. Para evitar que o Gemini 4 Argon seja manipulado por pessoas mal-intencionadas ou tome decisões fora do controle, o Google implementou uma estrutura reforçada de proteção. Nela, está: Blindagem contra Prompt Injection: Proteção reforçada contra comandos maliciosos escondidos em sites ou documentos para tentar "sequestrar" a IA. Segundo o Google, é o seu modelo mais resistente a esse ataque. Monitoramento do "pensamento": Um sistema vigia a "cadeia de raciocínio" em tempo real. Se a IA tentar tomar ações perigosas para atingir um objetivo, a execução é interrompida imediatamente. Filtros contra uso nocivo: Travas automáticas recusam pedidos para ataques cibernéticos maliciosos ou criação de ameaças biológicas e químicas, liberando o uso avançado apenas para pesquisas legítimas. Ambientes isolados (Sandboxing): Testes e simulações de alto risco são feitos em redes virtuais totalmente seladas e sem acesso externo, evitando qualquer vazamento antes do lançamento. 7. Como acessar e quanto custa o Gemini 4 Argon? Neste primeiro momento, o acesso ao Gemini 4 Argon está restrito a um grupo de especialistas e defensores cibernéticos convidados pelo programa ‘Fairwind’, além de testes internos do próprio Google. A liberação ocorrerá de forma gradual em etapas para garantir a segurança do sistema. Nas próximas semanas, a ferramenta será disponibilizada para desenvolvedores via API paga e para usuários finais por meio dos assinantes do plano pago Google AI Ultra. Para o uso via API, o Google anunciou uma tabela de preços promocional de lançamento. O valor de entrada é de US$ 2 (R$10,47 na cotação atual) por milhão de tokens de input e US$ 10 (R$52,35) por milhão de tokens de output (respostas geradas pelo modelo). Além disso, os tokens de input em cache contam com 95% de desconto em relação ao preço base de entrada, reduzindo custos em projetos extensos que reutilizam contextos grandes. Com informações de Google Blo

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