Garotinho afirma que seu plano de segurança não tem relação com UPP, mas diz não poder falar sobre

Garotinho afirma que seu plano de segurança não tem relação com UPP, mas diz não poder falar sobre - Foto
Fonte da notícia: CBN CBN

Durante sabatina da CBN e dos jornais O Globo, Extra e Valor, o candidato do Republicanos ao governo do Rio, Anthony Garotinho, deu poucos detalhes sobre seu projeto de segurança pública, afirmando que seria um plano de retomada de território, mas diferente da Unidade de Polícia Pacificadora. Ele comentou que é um BOPE 2.0, com grande estudo, mas que não poderiam ser revelados detalhes para que os 'criminosos não soubessem'. 'Esse BOPE vai ter 5 mil homens no geral, mas para fazer esse tipo de ocupação, dependendo do tamanho, nós vamos precisar de 600 a 700 homens dessa força especial. Junto dela entra a polícia civil, com o setor de inteligência. Antes faz o mapeamento dos locais onde estão armas, drogas e com os mandatos de prisão dos criminosos do local. Junto deles entra a tropa social, com programas para jovem, programas de saúde, educação, que 99% de quem mora em comunidade é honesto, eles são oprimidos. Então não adianta só mandar a polícia, tem que ter uma tropa social. E aí entra a grande diferença, as forças federais farão o cerco do local', comentou. Garotinho disse que seriam iniciados por quatro lugares, mas que ele não poderia revelar onde seriam para 'não entregar ouro ao bandido'. 'São as quatro áreas onde se concentram os caminhões roubados de carga, porque antes da carga, quando é roubada, ela é levada para dentro da comunidade e o empresário que compra a carga roubada negocia com o bandido dentro da comunidade e em 20 minutos a carga já está na empresa'. Sobre a UPP, ele defendeu que foi uma 'farra' e que o programa 'não deu certo', sem nenhum programa social, apenas com operações. O candidato declarou que as comunidades atualmente já possuem domínio do crime organizado, com traficantes que 'recrutam bandidos de fora, de outros estados'.

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