Ao mesmo tempo em que tem se consolidado como jogador fundamental na estrutura do Flamengo de 2026, o volante Jorginho também tem convivido com uma marca incômoda: as expulsões. O cartão vermelho recebido no empate em 2 a 2 com o Santos, na Vila Belmiro, nesta quarta-feira, pelo Brasileirão, foi o terceiro na temporada que já era a que ele mais vezes fora expulso na carreira.
Até então, o volante de 34 anos já somava dois vermelhos no ano, enquanto, no histórico de sua carreira, uma expulsão por temporada havia sido o máximo (2015/16 e 2012/13, por Napoli-ITA e Hellas Verona-ITA, respectivamente). Em 2026, recebeu oito cartões amarelos (contando um segundo amarelo) e três vermelhos.
Na Vila Jorginho viu o vermelho após cair e tocar com a bola na mão dentro da área em jogada que gerou o primeiro pênalti para o Santos, já no segundo tempo, quando o Flamengo vencia por 2 a 0. O principal erro no lance foi do goleiro Rossi, que passou para o volante na fogueira, na entrada da área.
Ele acabou virando presa fácil da pressão da marcação santista até ir ao chão. Após longa checagem no VAR, o árbitro Anderson Daronco marcou pênalti e aplicou o cartão.
Jorginho em Santos 2x2 Flamengo Gilvan de Souza/Flamengo
Com isso, o jogador virou desfalque para o próximo compromisso do rubro-negro no Brasileirão, o clássico com o Fluminense, no próximo domingo, no Maracanã. Para piorar, Jorginho também será desfalque no jogo seguinte, o primeiro duelo da semifinal da Libertadores, contra o Estudiantes-ARG, fora de casa, na quinta-feira.
Isso porque ele acabou expulso no duelo de volta das quartas da final, com o Independiente del Valle-EQU, quando dominou mal um passe na intermediária ofensiva e acabou parando uma possível roubada de bola com uma cotovelada em Alcívar. Levou o segundo amarelo.
Além destas duas expulsões, Jorginho viu o cartão vermelho na primeira rodada do Brasileirão, em derrota para o São Paulo, por reclamação. Neste caso, a expulsão aconteceu já depois do fim da partida.
O Globo