Fronteira entre dois mundos: Cidade russófona da Estônia resiste à pressão de Moscou
O prédio neoclássico da estação de trem conserva símbolos do passado soviético: a tocha, as duas bandeiras e a estrela, um enorme contraste com os trens europeus. Quando suas portas abrem, o vento gelado do Báltico entra, junto com o anúncio, em língua russa: “Estação Narva”. Estamos na cidade onde a Otan, a União Europeia (UE) e a Estônia são separadas da Rússia apenas por um rio, com cerca de 100 metros entre as margens. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
