Frasle esclarece à CVM compra de ações por conselheiro realizada dentro de período restrito - QTU Questões do Universo

Frasle esclarece à CVM compra de ações por conselheiro realizada dentro de período restrito

Fonte: Bandeira da fonte

A Frasle Mobility prestou esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre a aquisição de suas ações efetuada em 22 de abril por David Abramo Randon, membro do conselho de administração da companhia, durante período restrito.
A operação ocorreu nos 15 dias anteriores à divulgação dos resultados de primeiro trimestre da empresa, que foram publicadas em 6 de maio, mas a companhia afirma que não houve irregularidade.
A transação obedeceu estritamente aos parâmetros de um plano individual de investimento formalizado em dezembro de 2024, estruturado em conformidade com a política interna de negociação e de resoluções da CVM, afirma a Frasle.
Segundo a controlada da Randoncorp, o plano foi assinado mais de 16 meses antes da operação, estabelecendo de forma irrevogável e não discricionária as datas e os aportes periódicos destinados à aquisição de papéis da companhia.
A coincidência entre a data da compra predefinida e o período de vedação decorreu da aplicação regular do calendário, divulgado em dezembro de 2025, e não de uma decisão discricionária do conselheiro.
A administração da Frasle reforçou que o arcabouço regulatório da CVM ressalva a validade de negociações no período de silêncio desde que vinculadas a planos individuais que cumpram as exigências legais.
Eles afirmam que a resolução inclui a previsão de reversão à companhia de eventuais ganhos ou perdas evitadas caso ocorram alterações nas datas de divulgação periódica dos resultados.
A CVM abriu processo para investigar a operação envolvendo o conselheiro e a Frasle pediu que os esclarecimentos prestados à autarquia sejam considerados na análise do caso.

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Reprodução/Frasle Mobility