Fotógrafas paraenses no CCBB, Beatriz Milhazes na Casa Roberto Marinho e mais exposições no Rio
Fotógrafas paraenses no CCBB, bate-papo com Luiz Antônio Simas no Centro Cultural da PGE-RJ, e reta final de mostra sobre o Uruguai no CCJF estão entre os destaques da semana nos museus e centros culturais cariocas. Além disso, seguem em cartaz mostras como "Pinturas nômades", de Beatriz Milhazes, na Casa Roberto Marinho, e "Retratistas do morro", no Museu de Arte do Rio. Abaixo, confira um guia com as principais exposições em cartaz no Rio de Janeiro.
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Principais museus e centros culturais
Casa Brasil. Rua Visconde de Itaboraí 78, Centro. Ter a dom e feriados, das 10h às 17h. Grátis.
Em nova fase, o centro cultural inaugurou duas mostras. Na coletiva “Casa Brasil”, 57 artistas de todo o país apresentam 259 obras que evocam a brasilidade. Em “Tarde do Fauno”, Arthur Chaves usa materiais têxteis para refletir sobre o passado do local e a História da Arte. Até 15 de março.
Casa Firjan. Rua Guilhermina Guinle 211, Botafogo. Ter a dom, das 9h às 18h30. Grátis.
A mostra interativa "Futurabilidades" guia o visitante por reflexões sobre o presente e o futuro do mundo do trabalho a partir de jogos e experiências sensoriais. Até 29 de março.
Casa Roberto Marinho. Rua Cosme Velho 1.105. Ter a dom, das 12h às 18h. R$ 10 (morador do Rio paga meia). Aos domingos, R$ 10 para grupos de quatro pessoas. Grátis às quartas. Assinante O GLOBO tem desconto.
‘Pinturas nômades’. A mostra se debruça sobre 17 obras site specific de Beatriz Milhazes, que ocuparam edifícios como a Fundação Cartier, em Paris, e o Museu de Arte Contemporânea de Tóquio, no Japão, entre 2004 e 2023. Até 15 de março.
Intervenção de Beatriz Milhazes na Estaçaõ Gloucester Road, em Londres, na maquete da Casa Roberto Marinho, e em registro da época
Leo Martins/Divulgação
CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março 66, Centro. Qua a seg, das 9h às 20h. Grátis.
'Vetores-vertentes: fotógrafas do Pará'. A fotografia amazônica feita por mulheres nos últimos 40 anos ganha um panorama com 170 obras, entre imagens, vídeos e instalações, feitas por 11 fotógrafas paraenses. Até 30 de março. Abertura quarta (11).
‘Viva Mauricio – Mauricio de Sousa, a experiência imersiva’. A exposição celebra a vida e a obra do cartunista. Conduzida pela voz do artista, a mostra passeia, ao longo de 25 ambientes, pelo universo da Turma da Mônica e de outras criações do artista, com cenários imersivos dos personagens, instalações e mais de 200 itens, entre desenhos, fotos, vídeos e materiais de acervo pessoal, como seus primeiros trabalhos. Até 13 de abril.
'Do sal ao digital: o dinheiro na coleção Banco do Brasil'. Com alguns itens históricos, como a peça da coroação de D. Pedro I, que nunca foi posta em circulação, a mostra permanente do espaço conta a origem do dinheiro no país e no mundo. Atividades interativas, obras de arte e mais de 800 moedas e cédulas estão em exibição. Exposição permanente.
Centro Cultural Correios. Rua Visconde de Itaboraí 20, Centro. Ter a sáb, das 12h às 19h.
A imersiva "Michelangelo: o mestre da Capela Sistina" tem reproduções homologadas de afrescos, pinturas, esculturas, gravuras e esboços do artista, além de duas salas de projeção. R$ 50. Até 21 de fevereiro.
Seguem as individuais “Tessituras do adeus”, em que a artista visual e fotógrafa Sandra Gonçalves explora as fronteiras entre vida e morte; "Dobras e desdobras", em que Liane Roditi investiga as relações entre corpo, memória e matéria, a partir do apagamento feminino; e e “Há quanto tempo não olho para o céu?”, em que Aruane Garzedin trata de corpo e cidade (até 14 de março). Segue em cartaz “Amazônidas", com obras de nove artistas que refletem sobre a potência feminina na Amazônia (até 21 de fevereiro). Grátis.
Reprodução do afresco "A criação de Adão" na exposição "Michelangelo: o mestre da Capela Sistina"
Leo Martins/Agência O Globo
Centro Cultural da Justiça Federal. Av. Rio Branco 241, Cinelândia. Ter a dom, das 11h às 19h. Grátis.
Em "Rios de liberdade", colagens de 14 artistas celebram os 200 anos de independência do Uruguai e exploram as relações entre o país vizinho e o Brasil (até domingo, 8). Já em “Dar nome ao futuro”, obras de Dani Cavalier e Nathalie Ventura que provocam reflexões sobre as formas de existir em meio à crise climática (até 1º de março).
Museu da República . Rua do Catete 153. Qua a dom, das 11h às 17h, com última entrada às 16h30. Grátis.
Na Galeria do Lago, a individual “Voo no breu”, com fotos, vídeo, desenhos e pequenas esculturas de Claudia Tavares que propõem um olhar sobre a destruição e a força de regeneração das florestas brasileiras. Até 1º de março.
MAR - Museu de Arte do Rio. Praça Mauá 5, Centro. Qui a ter, das 11h às 18h (última entrada às 17h). R$ 20. Grátis (às terças).
'Òkòtó: espiral da evolução'. Pinturas, gravuras e tecidos da artista e designer baiana Goya Lopes realizados nos últimos 50 anos, guiados por referências africanas e afro-brasileiras. Até 7 de abril.
'Frete grátis para todo Norte, exceto para o Brasil'. Bandeira de Rafael Pinto. Até 15 de março.
'Nossa vida bantu'. Com cerca de 50 obras, a mostra reflete sobre as raízes dos povos da África Central presentes na identidade nacional. Até 31 de maio.
'Retratistas do morro'. Mais de 200 fotografias mostram o cotidiano da maior favela de Belo Horizonte entre 1960 e 1980. Até 8 de março.
Obra "Jogo 2", da Série Capoeira em Paleta Alta, de Márcia Falcão, é parte da mostra "Nossa vida bantu", do MAR
Divulgação/Rafael Salim
Museu do Amanhã. Praça Mauá 1, Centro. Qui a ter, das 10h às 18h. R$ 40. Todo dia 10, entrada a R$ 10. Grátis nos feriados nacionais.
'Oceano: o mundo é um arquipélago'. A mostra traz ambientes que simulam o fundo do mar e um esqueleto de orca de 7m, que promete impressionar crianças de todas as idades. Até 19 de maio.
'Presenças na Amazônia: um diário visual de Bob Wolfenson'. Dividida em três núcleos, a mostra explora a floresta e as comunidades amazônicas com registros feitos pelo fotógrafo em 2024. Até terça (10).
'Do cosmos a nós'. A exposição permanente aborda o impacto do homem no planeta. Nesta semana, a seção anteriormente conhecida como "Antropoceno" passou a se chamar "Onde Estamos?", trazendo um novo vídeo-instalação e uma experiência imersiva sobre o tempo presente.
Obra de Bob Wolfenson exposta no Museu do Amanhã
Divulgação/Bob Wolfenson
Museu de Arte Moderna (MAM). Av. Infante Dom Henrique 85, Aterro. Qua a dom, das 10h às 18h. Grátis, com contribuição voluntária (sugestão de R$ 20 para adultos; R$ 10 para crianças e idosos).
'100 anos de arte: Gilberto Chateaubriand'. Segunda mostra organizada pelo centro cultural em homenagem ao centenário do colecionador. A partir de cinco núcleos, a exposição traça uma história do último século da arte brasileira, com obras de nomes como Cícero Dias, Iole de Freitas e Tunga. Até maio.
'Gilberto Chateaubriand: uma coleção sensorial'. Em homenagem ao centenário de nascimento do colecionador (1925-1922), a mostra exibe cerca de 350 peças, reunindo obras fundamentais desde o modernismo e das vanguardas experimentais, com trabalhos de nomes como Adriana Varejão, Candido Portinari, Djanira, Lygia Clark e mais. Até março.
'Carmen Portinho: modernidade em construção'. A retrospectiva apresenta mais de 300 itens que revelam ideias e processos de trabalho da engenheira, urbanista e militante feminista. Até março.
'Voile/Toile – Toile/Voile'. Abriu ontem (28) “Voile/Toile – Toile/Voile (Vela/Tela – Tela/Vela)”, com velas de barco decoradas pelo francês Daniel Buren, que desfilaram em regata-performance pela Baía de Guanabara. Até 12 de abril.
Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC). Praia de Boa Viagem, Niterói. Ter a dom, das 10h às 18h. R$ 16. Grátis às quartas.
Em “Tirando onda”, o renomado suíço Not Vital, de 77 anos, expõe obras recentes e inéditas. Além de grandes esculturas externas e autorretratos, o artista também restaurou pinturas originais do prédio. Até 22 de fevereiro.
Escultura do artista suíço Not Vital, exposta no MAC Niterói
Divulgação
Museu do Pontal. Av. Celia Ribeiro da Silva Mendes 3.300, Barra. Qui a dom, das 10h às 18h. Grátis, com contribuição voluntária.
'Festas, sambas e outros carnavais' . A exposição reúne esculturas, fotos e pinturas de mais de 60 artistas de dez estados que abordam festejos populares como maracatu, folia de reis, reisado, jongo, boi-bumbá e carimbó. Até novembro.
''Sérgio Vidal: nas batucadas da vida'' . O artista plástico de 80 anos ganha, pela primeira vez, uma retrospectiva de sua obra — muito influenciada por Heitor dos Prazeres. As mais de 30 pinturas retratam de igrejas evangélicas de sua infância à vida boêmia no Rio. Até julho.
''Ocupação Naná Vasconcelos'. Uma experiência imersiva tomada por estímulos sonoros e visuais e instrumentos do percussionista. Até março.
'José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau'. A exposição reúne nove obras de madeira, algumas com mais de três metros de altura, criadas pelo pernambucano e por seus conterrâneos Gilvan Bezerra, Dário Bezerra e Luiz Benício.
‘Novos ares - Museu do Pontal reinventado’. A mostra presta homenagem à proposta do idealizador e fundador do museu, Jacques Van de Beuque (1922-2000) para o espaço. Longa duração.
Museu Histórico da Cidade. Parque da Cidade, Gávea. Ter a dom, das 9h às 16h. Grátis.
Sob curadoria de Osvaldo Carvalho, a coletiva “Da beleza ao caos — A cidade que habita em nós” reúne obras de 33 artistas que pensam a cidade como um organismo dinâmico. Até domingo (8).
Museu Histórico Nacional. Praça Marechal. Âncora, Centro. Qua a dom, das 10h às 17h. Fechado até 1º de janeiro. Grátis.
Após quase um ano fechado, o museu reabre parcialmente com “Para além da escravidão: construindo a liberdade negra no mundo”. Dividida em seis seções, a mostra reúne 350 peças de museus de seis países que propõem um diálogo entre passado e presente para refletir sobre escravidão e resistência negra. Nesta quinta (5), às 14h30, visita guiada pela historiadora Aline Magalhães; sábado (7), às 10h e às 14h, visitas imersivas. Até 1º de março.
Exposição 'Para além da escravidão', no Museu Histórico Nacional
Leo Martins/O Globo
Museu Nacional de Belas Artes. Av. Rio Branco 199, Centro. Seg a sex, das 13h às 17h, com última entrada às 16h30. Segundo sábado do mês, das 11h às 15h. Grátis.
A mostra "Bela moderna contemporânea" reúne 53 artistas nos tapumes da reforma do prédio, prevista para acabar em 2026. Na Galeria de Moldagens, a exposição “Breu”, de Vicente de Mello, reúne fotografias das esculturas da sala cobertas por um tecido protetor durante as obras (até março).
"Autorretrato sensorial", de Edu Monteiro, está no Museu Nacional de Belas Artes
Divulgação
Paço Imperial. Praça Quinze de Novembro 48, Centro. Ter a dom, das 12h às 18h. Grátis.
O novo ciclo expositivo recebe as retrospectivas “Arquipélago imaginário”, com 191 obras do fotógrafo paraense Luiz Braga que retratam sua terra natal; “Tudo o que é frágil brilha sem medo do esplendor”, com obras de Renato Bezerra de Mello feitas com cacos de vidro (qui, 29, às 16h, bate-papo com o artista e curadora); “Gilberto Salvador – Geometria visceral”, com 40 obras do artista paulistano, entre inéditas e peças emblemáticas (sexta, 6, às 16h, visita guiada pela curadora Denise Mattar); e “Sombra da terra”, com 120 obras do gravurista Carlos Martins. Abre também a coletiva “Mamáfrica – Ancestralidades africanas no Brasil e em Cuba”. Até 1º de março.
Obra de Gilberto Salvador feita em 1967 está em cartaz no Paço Imperial
Divulgação/Henrique Luz
Outros museus e centros culturais
Academia Brasileira de Letras. Av. Presidente Wilson 203, Centro. Seg a qui, das 11h às 17h30. Grátis.
A mostra “Entre África e Brasil: o acervo de Alberto da Costa e Silva” exibe imagens de viagens, livros e obras colecionadas pelo acadêmico, o maior africanista brasileiro.
Biblioteca Nacional. Av. Rio Branco 219, Centro. Seg a sex, das 10h às 17. Grátis.
A mostra "França-Brasil: 200 anos de relações políticas e poéticas" reúne cerca de 130 itens de acervos da FBN e de instituições francesas que investigam a relação entre os países para além do aspecto político e diplomático. Até 27 de março.
Casa Museu Eva Klabin. Av. Epitácio Pessoa 2480, Lagoa. Qua a dom, das 14h às 18h. Grátis.
A mostra “Beleza habitada: Eva Klabin, moda e memórias” apresenta, pela primeira vez, peças de alta-costura, documentos, fotografias e pinturas do acervo pessoal da colecionadora, que dialogam com obras de arte da coleção permanente da casa. Até 24 de maio.
Peças do vestuário da colecionada Eva Klabin, exibidas na Casa Museu Eva Klabin
Divulgação/Acervo Casa Museu Eva Klabin
Casa Pacheco Leão. Rua Jardim Botânico 1008, Jardim Botânico. Qui a ter, das 10h às 17h. Grátis.
'Rota do Chá – Botânica, Cultura e Tradição'. Em comemoração aos 50 anos de relações diplomáticas entre Brasil e China, a mostra traz obras do acervo do Jardim Botânico, porcelanas, instalações e até uma sala sensorial. Alexandre Murucci assina a curadoria. Até abril.
Centro Carioca de Fotografia. Travessa do Comércio 11, Arco do Teles, Centro. Seg, qua, qui e sex, das 10h às 18h. Sáb, das 10h às 17h. Grátis.
Depois de temporada no Sesc Madureira, a exposição "Nação bate-bola" leva ao Centro Carioca de Fotografia 22 obras de Andre Arruda que retratam o movimento suburbano do carnaval carioca. Até 28 de fevereiro.
Centro Cultural Arte Sesc. Rua Marquês de Abrantes 99, Flamengo. Seg a sáb, das 12h às 19h. Grátis.
Em "Cerâmica: argila como matéria-prima", 34 obras de 13 artistas apresenta um panorama da cerâmica brasileira. Dentre os destaques, trabalhos de Antônio Poteiro e de Ana das Carrancas. Até 31 de maio.
Centro Cultural da PGE-RJ. Praça Quinze, Centro. Ter a sáb, das 10h às 18h (exceto feriados). Grátis.
A exposição “Riscar o chão” une gravuras de nomes como Alfredo Volpi e Carlos Scliar a fotos do carnaval carioca, de Guy Veloso e Vítor Melo. Com curadoria de Marcelo Campos e Leonardo Antan, a mostra busca aproximar os traços dos artistas plásticos aos movimentos dos sambistas. Até 31 de março.
Exposição "Riscar o chão"
Erbs Jr.
Centro Cultural João Nogueira (Imperator). Rua Dias da Cruz 170, Méier. Diariamente, das 13h às 22h. Grátis.
Em “Carmen, Embaixatriz do Samba”, está uma reprodução inédita em 3D da máscara mortuária da Pequena Notável, além de itens como fotografias, recriações de figurinos icônicos, discos e partituras. Longa duração.
Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular. Sala do Artista Popular. Rua do Catete 179. Ter a sex, das 10h às 18h. Sáb, dom e feriados, das 13h às 17h. Grátis.
Em “Entre máscaras e gigantes: os Juliões do carnaval de Olinda”, estão mais das tradicionais máscaras do carnaval pernambucano La Ursa produzidas por quatro gerações da família de Julião Vilela, artesão olindense nascido no final do século XIX. Até 25 de fevereiro.
Seguem em cartaz as obras vencedoras do Prêmio Mário de Andrade de Fotografias Etnográficas, que celebra registros da cultura popular brasileira. Longa duração.
João Dias Vilela Filho no Bazar Artístico Julião das Máscaras
Divulgação/Uenni
Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (Crab). Praça Tiradentes 69/71, Centro. Ter a sáb, das 10h às 17h. Grátis.
'Mata viva'. A mostra imersiva promove um mergulho sensorial pela natureza e pelo artesanato do Brasil, a partir de 259 obras criadas com materiais dos biomas nacionais. Até julho.
'Curvas pantaneiras'. Com obras em cerâmica, madeira, papel machê, bordados, fibras e tecidos, a mostra reúne obras de artesãos sul-mato-grossenses em uma imersão nas tradições e na identidade do Pantanal. Até 28 de março
FGV Arte. Praia de Botafogo 190. Ter a sex, das 10h às 20h. Sáb e dom, das 10h às 18h. Grátis.
'Adiar o fim do mundo'. Exposição inspirada no pensamento do ambientalista e filósofo Ailton Krenak (que assina a curadoria com Paulo Herkenhoff). Na seleção, mais de cem obras de nomes como Adriana Varejão, Guignard, Cildo Meireles, Claudia Andujar e Hélio Oiticica que abordam, em diferentes suportes, as urgências da crise ambiental, o racismo estrutural e os modos de resistência das comunidades tradicionais. Até 21 de março.
“Balsas ilegais na área Yanomami”, da série “Consequências do contato” (1989)
Divulgação/Claudia Andujar
Futuros — Arte e Tecnologia. Rua Dois de Dezembro 63, Flamengo. Qua a dom, das 11h às 20h. Grátis.
'Op_era: sonic dimension'. Instalação interativa de Rejane Cantoni e Daniela Kutscha, um cubo aberto composto de linhas virtuais que vibram em diferentes frequências de luz e som. Até domingo (8).
'Kwir, nou exist: nós queer existimos'. Na mostra, estão 80 imagens feitas pelo casal de fotógrafos Raya Martigny e Édouard Richard, que retratam a comunidade queer e crioula da Ilha da Reunião, na França. Até 22 de fevereiro.
Musehum. Localizado dentro do centro cultural, o espaço abriga exposição permanente com primeiros aparelhos telefônicos residenciais, de mesa ou parede, orelhões, entre as dezenas de tipos de telefones de diferentes épocas. No total, são mais de 130 mil itens da história das telecomunicações, entre fotos, listas telefônicas e equipamentos.
Instituto Antônio Carlos Jobim. Rua Jardim Botânico 1.008. Qui a ter, das 9h às 17h. Dias 24 e 31 de dezembro, das 8h às 14h. Fechado dia 1º de janeiro. Grátis.
'Tom Jobim: discos solo'. A mostra permanente do espaço, dentro do Jardim Botânico, faz uma imersão nos 12 álbuns do compositor carioca. Por meio de documentos, fotos, gravações, partituras e objetos pessoais, o curador Aluísio Didier conta curiosidades e fatos raros da carreira do maestro, um dos criadores da bossa nova.
Memorial às Vítimas do Holocausto. Temporariamente fechado.
Museu Bispo do Rosário. Estrada Rodrigues Caldas 3400, Taquara. Ter a sáb, das 9h às 17h. Grátis.
A partir do livro “O sertão carioca”, de Armando Magalhães Corrêa, a exposição “Regresso ao sertão” reúne 200 peças — 60 delas de Bispo do Rosário — que propõem uma releitura crítica e artística da Zona Oeste do Rio (até junho). Em "Anunciações", oito artistas residentes versam sobre a relação entre arte e território (até 7 de março).
Museu Carmen Miranda. Av. Rui Barbosa (em frente ao número 560). Ter a sex, das 11h às 17h. Sáb, dom e feriados, das 12h às 17h. Grátis.
Celebrando dois anos de reabertura, o espaço relembra a atriz e cantora (1909-1955) em seus 70 anos de morte com a mostra “Carmen: luz e ação”, que passeia por sua vida e carreira. Dentre os destaques do acervo, está o conjunto canutilho utilizado no filme Copacabana (1947). Exposição de longa duração.
Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab). Rua Pedro Ernesto 80, Gamboa. Ter a dom, das 10h às 17h. Grátis.
Abre amanhã, na Galeria Berê, a mostra “Entre rios e mocambos”, em que o quilombola maranhense Joelington Rios explora as conexões entre o Maranhão e o Rio de Janeiro a partir da memória do povo negro. Até 21 de março.
Museu de Imagens do Inconsciente. Rua Ramiro Magalhães 521, Engenho de Dentro. Ter a sáb, das 10h às 16h. Grátis.
A mostra “Riquezas do mundo interno – Coleções e leituras” apresenta mais de 60 obras do acervo da casa e de outros três museus, agrupadas por aproximações poéticas. Longa duração.
Museu do Jardim Botânico. Rua Jardim Botânico 1.008 . Qui a ter, das 10h às 17h (última entrada às 16h). Grátis.
Acaba de ser inaugurada uma grande escultura dos italianos Mariagrazia Abbaldo e Paolo Albertelli, “Raízes do mangue”, que exalta as estruturas vitais que garantem o equilíbrio ecológico do ecossitema manguezal. Completam a intervenção um quadro de Roberto Burle Marx e uma videoinstalação com painel informativo sobre o tema. Até fevereiro.
'Mata Atlântica: in-finitos encantos'. Em uma mistura de ciência e arte, e com narração da atriz Dira Paes, a mostra propõe uma imersão sensorial no bioma por meio de imagens, sons, imagens, materiais biológicos e mapas.
Exposição de longa duração. O passeio pelos mais de dois séculos de história do arboreto fundado em 1808 traz obras como a "Sumaúma: Copa, Casa, Cosmos", de Estevão Ciavatta, com narração de Regina Casé, que promove uma imersão virtual na árvore amazônica presente na coleção viva do JBRJ, além da instalação "Utopia Botânica", da artista Fernanda Froes.
Museu do Samba. Rua Visconde de Niterói 1.296, Mangueira. Ter a sáb, das 10h às 17h. Fechado dia 1º de janeiro. R$ 20.
'Alvoradas de Cartola'. A mostra que reúne, sob curadoria de Nilcemar Nogueira, neta do artista, mais de cem itens, dentre eles duas poesias inéditas — uma delas interpretada em áudio por Fernanda Montenegro —, depoimentos inéditos de Walter Firmo e outros amigos ilustres, e o manuscrito de “As rosas não falam”.
'Arte delas, heranças ancestrais'. Coletiva com obras de 32 mulheres pretas que participaram de residência artística.
Neta Nilcemar grava Cartola compondo
Acervo pessoal/Museu do Samba
Polo Cultural ItaliaNoRio. Av. Presidente Antônio Carlos 40, Centro. Seg a sex, das 8h às 17h. Sáb, das 10h às 17h. Grátis.
Na mostra “Mario Amura: napoli explosion. Fogos, cores, luzes”, 20 obras do fotógrafo italiano que retratam a tradicional queima de fogos do réveillon de Nápoles, que se acredita afastar a possibilidade de explosões do vulcão Vesúvio. Prorrogada até terça (10).
Sesc Copacabana. Rua Domingos Ferreira 160. Ter a dom, das 10h às 19h. Grátis.
Em “A gruta, a ilha”, Darks Miranda e Mariana Kaufman apresentam filmes, vídeos, esculturas e uma instalação que passeiam por temas como ambientalismo e feminismo. Até 22 de fevereiro.
Sesc Tijuca. Rua Barão de Mesquita 539. Ter a dom, das 10h às 20h. Grátis.
O legado do ator Paulo César Peréio (1940-2024) é relembrado na exposição “Peréio — Semana que vem eu me organizo”, que apresenta desenhos, cartas, poesias e objetos inéditos usados pelo artista em seu processo criativo. Na terça (11), às 18h, ocorre a última leitura dramatizada da mostra, com o texto “O analista de Bagé”, de Luiz Fernando Veríssimo, adaptado para o teatro pelo homenageado. Até 22 de fevereiro.
Solar. Rua do Senado 48. Qua a sáb, das 10h às 18h. Fechado dia 1º de janeiro. Grátis.
'Irradiar: para construir instituições da gente'. A mostra comemorativa de dez anos do centro cultural reúne 40 obras — de nomes como Ailton Krenak, Vik Muniz, Marcela Cantuária e Anna Bella Geiger — que propõem uma discussão sobre a função da arte. Até 17 de maio.
Obra de Marcela Cantuária exposta no Solar
Divulgação/Vicente de Mello
OUTROS ESPAÇOS EXPOSITIVOS
Galeria do Teatro Gláucio Gill. Praça Cardeal Arcoverde s/nº, Copacabana. Seg a sex, das 16h às 22h. Sáb e dom, das 15h às 22h. Grátis.
Na mostra “Reminiscência”, o artista visual Wellerson César traduz seu cotidiano em Belford Roxo em portraits e pinturas em folhas de figueira. Até quarta (11).
Ilha Fiscal. Qui a dom, com saídas às 12h45, às 14h15 e às 15h30. R$ 60.
Em “Todas as histórias se perdem – Palavras do passado”, a artista visual Mary Dutra propõe um diálogo com o legado de seu bisavô, o poeta C. Paula Barros (1894–1955), parceiro de Villa-Lobos, a partir de documentos, poemas, videoartes e mais. Até 29 de março.
Ocupação Iboru. Rua Sete de Setembro 43, Centro. Qua a sex, das 16h às 22h. Sáb, das 12h às 20h. Fechado nos dias 31 de janeiro e 7, 14 e 21 de fevereiro devido ao carnaval. Grátis.
A exposição "Clóvis - Perigoso e divertido" celebra as turmas de bate-bola do subúrbio carioca a partir de obras de onze artistas. Com curadoria dos bate-bolas Rudah (turma Sucesso), Fillipy Moyses (turma Sucesso) e Leo Fuzil (turma Vintage), a mostra ainda prevê atividades como oficinas, rodas de conversa e exibições de filmes. Até 22 de fevereiro.
Máscaras de bate-bolas expostas na Ocupação Iboru
Divulgação/@youknowmyface
Parque Bondinho. Morro da Urca. Diariamente, das 8h às 22h (embarque até 20h30). A partir de R$ 85 (para moradores do Rio).
O espaço recebe a grande escultura inédita de Anna Bella Geiger, “Typus terra incognita”. A obra faz parte do Projeto Maravilha e relaciona pesquisas sobre cartografia e geopolítica, a que a artista se dedica desde os anos 1970, ao debate climático atual.
Escultura inédita de Anna Bella Geiger, “Typus terra incognita”
Jaime Acioli/Divulgação
EXPOSIÇÕES IMERSIVAS
‘Chaves – A exposição’. Via Parque Shopping, Barra. Ter a sex, das 12h às 21h. Sáb, das 10h às 21h. Dom e feriados, das 12h às 20h. De R$ 40 (ter a sex) a R$ 50 (sáb, dom e feriados).
A maior mostra já feita sobre o icônico personagem de Roberto Gómez Bolaños reúne mais de 20 cenários imersivos, dentre eles a Vila do Chaves, a casa do Seu Madruga, e a escola do Professor Girafales, figurinos originais e objetos pessoais do ator. Até 22 de fevereiro.
Dona Florinda, Bruxa do 71, Seu Madruga e Chiquinha ganham vida em réplicas na exposição que recria a Vila do Chaves no Rio de Janeiro
Divulgação
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