Força Municipal: prefeito explica como será atuação, a partir de domingo, na Tijuca

 

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A Força Municipal, divisão de elite da Guarda Municipal carioca, atuará na Tijuca a partir deste domingo. Na véspera da chegada ao bairro, o prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, e o secretário de Segurança Urbana, Brenno Carnevale, se reuniram com empresários, comerciantes e síndicos para apresentar como será a atuação. Segundo as autoridades, foram mapeados locais e horários de maior incidência de crimes, no perímetro entre a Rua São Francisco Xavier e a Praça Afonso Pena.

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A chegada ao bairro representa a expansão do policiamento preventivo e ostensivo para a Zona Norte do Rio. Na Tijuca, como nas outras regiões da cidade em que a divisão de elite já atua, o efetivo em ruas, esquinas, pontos de ônibus estratégicos.

— A lógica do policiamento que será feito aqui é orientada cem por cento à hora e ao lugar exato onde acontece o problema. Então o que a gente espera é que esse tipo de crime reduza muito a partir de estratégia e planejamento — afirmou o prefeito.

Os agentes, segundo o secretário Carnevale, deverão ser proativos nas ruas, prestando atenção no terreno, fazendo abordagens preventivas para garantir segurança e direito de vir para a população.

Mais de 800 abordagens no primeiro mês

Desde o início das atividades da Divisão de Elite da GM-Rio - Força Municipal, em 15 de março, a ocupação da cidade é feita de forma faseada. Na primeira etapa, os agentes atuaram na região central, no perímetro que abrange a Rodoviária do Rio, o Terminal Gentileza e a Estação Leopoldina, além do entorno do Jardim de Alah, na Zona Sul. Em seguida, o policiamento foi ampliado para a área que compreende a Avenida Presidente Vargas, o Campo de Santana, a Central do Brasil e a Cinelândia, além de chegar à Zona Oeste, em Campo Grande, na região entre o calçadão e a estação de trem.

No último dia 14, a Secretaria de Segurança Urbana divulgou o balanço das atividades da Divisão de Elite na cidade. Em um mês, foram 807 abordagens feitas, resultando em 116 ocorrências.

Entre os quatro eixos ocupados, a Presidente Vargas-Central-Campo de Santana-Cinelândia é o que exige tuação mais constante dos guardas municipais. As ocorrências envolvem desde flagrantes de roubo e furto ao uso de réplicas de armas de fogo e ameaças.

Ao todo, 22 manchas criminais já foram identificadas no Rio de Janeiro e devem receber os agentes em novas fases da Força Municipal.