Flávio vai ao Senado para mostrar atuação em segurança e fazer aceno a mulheres - QTU Questões do Universo

Flávio vai ao Senado para mostrar atuação em segurança e fazer aceno a mulheres

Fonte: Bandeira da fonte

Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
Geraldo Magela/Agência Senado
O candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), participou hoje da Comissão de Segurança Pública (CSP), a qual preside, para votar projetos que fazem acenos aos apoiadores do endurecimento da atuação do Estado no tema e que tratam de proteção a mulheres.
Flávio tenta gerar conversa positiva após a revista Piauí revelar, nesta manhã, a existência de novos repasses do ex-banqueiro Daniel Vorcaro ao filme “Dark Horse”.
O Valor confirmou a informação.
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O senador foi relator de um projeto de lei que autoriza o porte de arma de fogo para as mulheres sob medida protetiva de urgência.
O texto, contudo, não foi aprovado pelo colegiado após um pedido de adiamento da votação pela senadora Lourdinha Pereira (PSB-MA), suplente da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA).

Este movimento de Flávio faz parte de uma tentativa de atrair para a sua candidatura o eleitorado feminino — o qual tem uma alta rejeição a ele.
Sem uma atuação mais intensa de Michelle Bolsonaro (PL) a favor do enteado, a economista Daniella Marques e a esposa do candidato, Fernanda Bolsonaro, têm feito esse papel de

Flávio também proferiu pareceres sobre matérias que permite o porte de armas para membros da Defensoria Pública da União, dos Estados e do Distrito Federal e outra proposição que restringe a concessão de benefícios penais quando houver reincidência ou a prática de crimes de maneira habitual, reiterada ou profissional.

Esses textos se aproximam das defesas realizadas pelo candidato em seu plano de governo, no qual defende o endurecimento da lei penal como forma de combate à criminalidade.

O senador, entretanto, quer evitar desgaste eleitoral e não deve aparecer no Senado amanhã, durante a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1.
Seu grupo político articula apresentar uma série de requerimentos para evitar que o texto avance em sua tramitação nesta semana, mas esses aliados já admitem que a matéria deve ser aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.