Belo Horizonte – O presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) promoveu seu penúltimo ato de campanha na capital mineira neste sábado (24/10), ao lado de aliados como o recordista de votos para deputado no país, Nikolas Ferreira (PL-MG), e dos governadores eleitos Cleitinho Azevedo, de Minas, e Tarcísio de Freitas, de São Paulo, ambos do Republicanos.
Apoiadores do candidato do PL lotaram a Praça da Liberdade, no Centro-Sul da cidade. Flávio chegou a BH no fim da manhã e gravou, logo no aeroporto, com Cleitinho, com quem ainda não tinha dividido um palanque.
Ele disse que não vai ameaçar Cleitinho e os mineiros, como acusou o adversário Lula (PT) de fazer ao pedir para o governador eleito ficar “quietinho” no segundo turno. Um post compartilhado por Metrópoles (@metropoles)
Na capital mineira, Flávio e os aliados seguiram de trio em uma motociata que partiu da Praça do Papa para a Praça da Liberdade. O candidato a presidente estava em trio elétrico, com políticos, militantes e apoiadores, mas não houve discursos.
Nikolas Ferreira, que comandava o ato, explicou que por ser o último dia de campanha, não era permitido fazer discurso. “Hoje é o último dia de campanha, não pode ter discurso.
Então a gente vai ter só que cantar aqui umas músicas. Beleza?”, disse Nikolas, que logo após pediu uma música ao DJ.
“Coloca Tchau, Tchau PT pra mim, por favor. Tchau, Tchau PT.
Quem vai dar tchau pro PT? Quem vai dar tchau pro PT?”, provocou ele. Ato com Flávio Bolsonaro (PL) reúne multidão na Praça da Liberdade
Também estavam presentes aliados como o candidato do Novo à presidência, Romeu Zema, e o presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe (PL), que foi opositor de Cleitinho no primeiro turno das Eleições. Cleitinho também fez uma fala rápida: “Em janeiro o [Jair] Bolsonaro também vai subir a rampa ao lado de Flávio Bolsonaro”, disse o governador eleito.
A multidão no Centro-Sul de BH cantou os jingles da campanha, gritos de ordem e fez provocações aos adversários petistas. O deputado federal Nikolas, que comandou o ato, fazia perguntas e animava os leitores.
“”Quem é 22, dá um grito! Falta apenas um dia pra gente aposentar o Lula!”, gritava ele. Ao falar que Flávio não subiria a rampa sozinho, os apoiadores começaram a entoar em coro: “Mito! Mito! Mito! Mito! Mito!”
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