O Flamengo topou a venda de Gonzalo Plata ao Dínamo de Moscou por € 10 milhões à vista, mais € 2 milhões em bônus.
Mas a decisão passou por três pontos: o dinheiro, o desejo do jogador e a avaliação interna de que a reposição será melhor para o elenco.
Problemas de comportamento também pesaram.
O técnico Leonardo Jardim conviveu com episódios de indisciplina envolvendo Plata, e a avaliação da comissão técnica e da diretoria foi considerada na decisão.
Internamente, o atacante chegou a ser tratado como uma “bomba-relógio”.
A operação também foi vista como uma oportunidade para o clube se livrar de um problema e evitar o risco de perder dinheiro com o jogador no futuro.
Na avaliação interna, era a única oportunidade concreta de não perder dinheiro com Plata.
O jogador ainda não foi autorizado a viajar.
Plata aguarda a entrada do dinheiro nos cofres do Flamengo para ser liberado.
O desejo do próprio jogador também pesou.
Plata queria deixar o Flamengo, e a negociação acabou sendo considerada positiva para todas as partes.
Nas últimas semanas o estafe do equatoriano tentou uma valorização salarial, sem sucesso.
Nos bastidores, há também uma avaliação de que é preciso evitar uma mudança de narrativa sobre o atacante.
Há pouco tempo, Plata era alvo frequente de críticas e muitos defendiam sua saída.
Agora, após a venda, surgiu o discurso de que o Flamengo não deveria negociá-lo e que sua ausência será muito sentida.
Flamengo via Plata como bomba-relógio e decidiu vendê-lo por acreditar que conseguirá reposição melhor
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