Finda a eleição, é hora de colocar a bola no chão e olhar para a frente. Ao longo da campanha, nas raras oportunidades de comparação de projetos para a educação, o saldo mais favorável ao atual governo vinha da lembrança do que foram os quatro anos de caos da gestão bolsonarista no setor.
A memória daquele período — e não apenas na educação — foi sem dúvida um fator relevante da virada em favor de Lula no segundo turno. Mas chega de olhar para o retrovisor.
O governo reeleito precisará entregar mais nos próximos quatro anos, em um cenário mais desafiador do ponto de vista fiscal e das relações com o Legislativo. Matéria exclusiva para assinantes.
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O Globo