Filme e disco resgatam a história de dois gigantes da música: Flora Purim e Airto Moreira

 

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Agora é a hora e a vez de brilhar no exterior, no mundo das artes, um quarteto formado, primeiro, por Walter Salles e Fernanda Torres, pelo filme “Ainda estou aqui”, e agora por Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura, por “O Agente Secreto”, na reta final do Oscar, amanhã. Antes deles, na área da música, ganharam fama lá fora artistas como Tom Jobim, João Gilberto e Carmen Miranda, entre outros. Nesse tipo de lista dos nativos que atravessaram com sucesso a fronteira é comum, ainda mais num país de pouca memória, esquecer um casal igualmente importante. Trata-se, principalmente, da cantora carioca Flora Purim, 84 anos, hoje morando no Retiro dos Artistas ao lado do marido, Airto Moreira, 84 anos, considerado por muitos o maior percussionista do planeta. Flora, nos anos 1970, foi eleita duas vezes a melhor cantora de jazz do mundo — eu disse, do mundo — pelos leitores da “DownBeat”, a revista que é uma espécie de bíblia desse gênero musical. Isso não é pouco. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.