Filha de Michael Schumacher, campeã mundial equestre abre o coração sobre as consequências do acidente do pai
A filha de Michael Schumacher, lenda da Fórmula 1 e sete vezes campeão mundial da categoria, abriu o coração sobre as consequências do grave acidente que o piloto alemão sofreu em 2013, enquanto esquiava nos alpes franceses.
Gina Schumacher tinha apenas 16 na época que o pai sofreu o acidente de esqui. Hoje, aos 29, ela diz que o trágico episódio fez com que ela se dedicasse à prática de andar a cavalo.
“Os cavalos sempre foram importantes. Mas, desde então, eles realmente se tornaram… Quer dizer, eu não conseguiria viver sem cavalos. Eles me ajudaram a superar tudo”, diz Gina.
“Horsepower: The World of Gina Schumacher”, produzido pela emissora alemã ZDF, vai oferecer “um olhar pessoal sobre a família, famosa por sua discrição” — Schumacher não é visto em público desde o dia do seu acidente.
No doc, a mãe de Gina, Corinna, campeã europeia de montaria no estilo faroeste, lembra uma previsão da lenda da velocidade: "O Michael me disse uma vez, quando a Gina tinha 10 anos: 'A Gina vai ser muito melhor do que você’”. Ela conta ainda: "Ele explicou: 'Porque ela é mais egoísta. Se você é atleta, precisa ser egoísta de certa forma. E isso é ótimo. Caso contrário, você não vai chegar a lugar nenhum.' Hoje eu penso: ele tinha toda a razão”.
Relembre o acidente de Michael Schumacher
No dia 29 de dezembro de 2013, o atleta sofreu um grave acidente em Méribel, nos Alpes Franceses, enquanto esquiava. Schumacher teve um grave traumatismo craniano. O heptacampeão ficou em coma induzido até junho de 2014. Desde então, segue sob cuidados médicos.
As informações sobre o estado de saúde dele são escassas, uma vez que a família prefere manter sigilo sobre qualquer atualização. Em 2019, uma revista alemã publicou uma suposta entrevista com a lenda do automobilismo, mas, na verdade, texto foi tinha sido feito por inteligência artificial.
No entanto, em janeiro deste ano, o jornalista Jonathan McEvoy afirmou que o piloto não está mais acamado, conseguindo se locomover de cadeiras de rodas com ajuda de enfermeiros. Uma fonte anonima teria dito que, embora consiga se movimentar, o atleta não consegue se comunicar com ninguém.
