Fiéis refletem sobre perdão durante missa na sede do Grupo Liberal

 

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Na manhã deste domingo (22), a sede do Grupo Liberal, localizada no bairro do Marco, em Belém, recebeu mais uma celebração religiosa conduzida pelo padre Cláudio Pighin. A missa reuniu vários fiéis em um momento de reflexão que destacou temas centrais do período da Quaresma, como fé, sacrifício e, principalmente, o perdão.


Durante a homilia, o sacerdote fez uma síntese da mensagem do dia, ressaltando o caminho espiritual rumo à Páscoa. Ele disse que a Palavra de Deus convida os cristãos a reconhecerem Jesus como o Messias e a renovarem sua profissão de fé.


“Estamos caminhando rumo à Páscoa e a Palavra de Deus hoje nos convida a reconhecer que este Jesus é o Messias. Este Jesus que vai ser morto é o nosso Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus. E o milagre que ele fez ao resgatar a vida de Lázaro é um testemunho de que ele é o Cristo, o Messias que deveria vir. Portanto, somos convidados a renovar a nossa profissão de fé”, afirmou.


O padre também enfatizou o papel do perdão na vivência cristã, destacando que esse é um dos maiores desafios para os fiéis. Ele relacionou o sacrifício de Jesus na cruz à necessidade de reconciliação entre as pessoas.


“Por que Cristo se deixa matar numa cruz? Porque o projeto de Deus era resgatar todos. Para viver na fraternidade, temos que saber perdoar. E, para perdoar, é preciso se sacrificar muita coisa”, explicou.


Entre os participantes da celebração estava a cozinheira Mônica Marques, de 43 anos, moradora do bairro do Marco, que acompanha regularmente as missas no local. De férias neste mês, ela tem aproveitado para participar de todas as celebrações dominicais.


A fiel destacou que a mensagem sobre o perdão foi especialmente marcante, apesar das dificuldades que o tema envolve no cotidiano.


“É uma mensagem bem difícil, né? Porque perdoar alguém que fez mal pra gente não é fácil. Mas quando a gente tem fé, a gente busca perdoar, assim como Jesus morreu pela gente e perdoou nossos pecados, que não são poucos”, disse.


Mônica também ressaltou que o período quaresmal tem sido um convite à reflexão pessoal. “A gente gosta de pedir perdão, mas não gosta de perdoar. É difícil, mas a gente tem que aprender”, completou.


A celebração deste domingo destacou, entre os presentes, a importância da fé aliada à prática do perdão, especialmente em um período litúrgico que convida à introspecção e à transformação espiritual.