Não há soluções mágicas para o Brasil superar o atraso e espalhar trilhos e locomotivas por seu território continental. Meios há, porém, para reduzir paulatinamente o déficit no setor, desde que não se espere resultados em curto prazo. A adoção do modelo de outorga de linhas férreas para o setor privado por autorização, em 2021, comprovou esse dilema. Mas se motivou 45 contratos de adesão quase de imediato, apenas dois projetos saíram do papel desde então. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Ferrovia privada, vista como essencial, ainda é rara no país
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