Ferrogrão: 'Ministério dos Transportes segue fingindo que a Amazônia está vazia', queixa-se líder indígena

 

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A mobilização de indígenas, em Santarém, contra o que chamam de privatização das hidrovias do Amazonas, iniciada em 22 de janeiro com cerca de 50 pessoas, completa 30 dias hoje com 1.200 representantes de 17 povos — além dos 14 do Baixo Tapajós, há Munduruku do Médio e Alto Tapajós, Kayapó (MT) e Panará (MT). O movimento vem ganhando musculatura, mas a percepção das lideranças é de que a voz dos povos originários não ecoa em Brasília. O Ministério dos Transportes apresentou ontem ao Tribunal de Contas da União (TCU) os estudos atualizados que destravam o caminho para a concessão da Ferrogrão, sem abrir diálogo com os povos impactados e sem incorporar revisões cobradas pelas comunidades mobilizadas, queixa-se Alessandra Korap Munduruku, liderança do Médio Tapajós, no Pará. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.