Favela tem uma geografia própria, complexa e inteligente

 

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No ano em que Mílton Santos completaria um século de vida, a melhor homenagem ao geógrafo baiano talvez não seja apenas repetir seus conceitos nas universidades. É devolver suas ideias ao chão que ele nos ensinou a observar: o território vivido. Ele mostrou que o espaço não é cenário neutro, mas participa da desigualdade, da disputa, da convivência e da invenção. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.