Há uma imagem que descreve a vida de quem está endividado: a de uma pessoa correndo dentro de uma roda de hamster. Corre, corre, corre, e continua no mesmo lugar.
O salário entra, as contas saem, o cartão gira, os juros acumulam e, no dia vinte, o caixa já zerou. De novo.
Para quem dirige uma pequena empresa, essa roda tem um nome: falta de caixa. E o pior: quase sempre vem acompanhada do "cerco fechado", a sensação de que qualquer movimento só piora a situação.
Mas há uma verdade que o desespero esconde: o problema raramente é quanto você ganha. É o ciclo em que você está preso.
E todo ciclo tem uma origem: na maioria dos casos, a ausência de controle sobre o próprio dinheiro. O caixa é o oxigênio do negócio.
Sem controle de caixa, não há planejamento, não há negociação, não há futuro. O empresário que não sabe quanto entra, quanto sai e quanto fica está dirigindo no escuro, e quem dirige no escuro, uma hora bate.
A segunda lição é a mais contraintuitiva de todas: você não pode sair de um buraco cavando mais fundo. Cada real pego emprestado para pagar a conta do mês é mais um tijolo no fundo do poço.
Por isso, antes de pensar em recuperar, é preciso estancar o sangramento, congelar o crédito fácil, adotar a regra das 72 horas para compras, parar de rolar dívida. E a terceira: não se paga todo mundo igual.
Paga-se a estratégia, não o barulho. A ordem de pagamento que separa quem sobrevive de quem quebra é a seguinte: primeiro a folha de salários, depois os impostos retidos (INSS, ICMS-ST, IRRF, dinheiro de terceiros nas suas mãos, risco real), o FGTS que os empregados estão utilizando como garantia de empréstimos e podem pleitear rescisão indireta, em seguida as dívidas com garantia, depois os serviços essenciais e, por último, os credores negociáveis.
Quase toda dívida é negociável: o credor prefere receber menos, mas real, do que não receber nada. Nenhuma dessas lições se aprende na escola.
E é exatamente por isso que pedir ajuda a quem tem mais experiência não é fraqueza, é estratégia de sobrevivência. O empresário que enfrenta a crise sozinho carrega um peso maior do que consegue sustentar.
Quem abre o jogo com um especialista transforma o medo em plano. É essa a proposta do Fernando Giarini Fontes, fundador do Instituto Fernando Fontes.
Ele está disposto a entender o problema de cada empresário e oferecer uma solução sob medida. Basta clicar no link: a equipe do Fernando Fontes irá atender, enviar um formulário de diagnóstico e o caso será avaliado pelo próprio Fernando.
Fernando entendeu que, ao ajudar uma empresa, está ajudando uma rede enorme de pessoas envolvidas: colaboradores, familiares, fornecedores, comunidade. E esse é o seu propósito: ajudar o empresário a resgatar a soberania, junto com a melhor técnica e o melhor caminho, para reconstruir, e depois escalar o seu negócio.
A casa caiu? Talvez. Mas a mesma mão que cavou o buraco pode construir a escada.
O jogo ainda não acabou.
O Globo