Ex-ditador da SÃria era obcecado por sexo e videogame, diz revista
Bashar al-Assad, ex-ditador da SÃria, era obcecado por sexo e videogame. O perfil foi feito por fontes que falaram com a prestigiada revista "The Atlantic", publicação fundada em 1857, nos EUA.
Oficialmente, Luna al-Shibl morreu em acidente de carro
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De acordo com os entrevistados, que viveram na SÃria durante o violento regime de Assad, o tirano recebia mulheres regularmente, incluindo esposas de altos oficiais sÃrios, arranjadas por sua assessora de imprensa e amante, Luna al-Shibl. Ele ainda é casado com Asma Fawaz al-Assad.
Luna, ex-jornalista da al-Jazeera, foi encontrada morta misteriosamente no seu carro BMW, em rodovia nos arredores de Damasco, em julho de 2024. O automóvel sofreu poucos danos, mas o crânio da jornalista estava esmagado.
A mÃdia estatal afirmou que foi um acidente de trânsito, mas imediatamente surgiram rumores de que o próprio Assad poderia ter ordenado o assassinato de Luna. Nos últimos dias do regime do tirano, ele tranquilizava seus assessores e subordinados com arrogância, afirmando que a vitória era iminente e recusando ofertas de paÃses vizinhos ou propostas de ministros de Relações Exteriores.
"Ele não respondeu. Parecia estar amuado, irritado com a ideia de ter que renunciar à presidência", disse uma fonte à revista.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, aprovou pessoalmente o resgate de Assad no último minuto. O regime – responsável pela tortura e pelo assassinato de centenas de milhares de pessoas – ruiu em 8 de dezembro de 2024.
Bashar al-Assad e a esposa, Asma
AFP
Sabe-se que a famÃlia do ditador sÃrio possui dezenas de complexos de arranha-céus no elitista bairro residencial e comercial de Moscou, comprados com dinheiro desviado da SÃria antes de sua queda. Assad e a famÃlia agora vivem "no luxo" em uma "vila de aposentadoria para senhores da guerra" em Moscou, segundo uma fonte da inteligência.
Outra faceta de Assad era o seu vÃcio em videogame. O seu jogo preferido era Candy Crush, segundo pessoas ouvidas pela revista "The Atlantic". Segundo relatos, o Carniceiro, apelido de Assad, que tem 60 anos, agora passa o tempo jogando videogame parar na cobertura em que vive.
