(Reprodução: Freepik)Uma pesquisa da Universidade Stanford sugere uma hipótese sobre a relação entre a evolução do cérebro humano e a maior vulnerabilidade ao transtorno do espectro autista (TEA).
O estudo analisou dados de expressão gênica de neurônios de mamíferos.
Estudo relaciona evolução do cérebro à vulnerabilidade ao autismo
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