Estudo mostra que cerca de 80% das travestis e mulheres trans assassinadas são negras e pobres
Por ocasião do Dia Nacional da Visibilidade Trans, celebrado ontem, a questão de raça e classe social chama atenção em um estudo de Sara Wagner York, mulher trans, professora da UERJ, que aborda a alta exclusão social e a letalidade de gênero. Cerca de 75% a 80% das travestis e mulheres trans assassinadas são negras e pobres. “O trans branco, de classe média ou alta, tende a acessar redes de proteção, mídia, advogados e políticas públicas, enquanto uma travesti negra e periférica enfrenta a violência quase sempre sozinha”, diz Sara. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
