Um estudo do Conselho Deliberativo do Corinthians recomendou que a diretoria executiva avalie fazer uma recuperação extrajudicial ou judicial para conter a crise financeira do clube. O levantamento foi realizado por um grupo de sete especialistas, instaurado em março pelo presidente do Conselho, Romeu Tuma Júnior. Fórmula 1: Haas anuncia brasileiro Rafael Câmara para 2027 Onde assistir a Estudiantes x Flamengo pela Libertadores e aos outros jogos desta quinta-feira (15) A equipe concluiu que o Regime Centralizado de Execuções, atualmente em vigor, é insuficiente para o enfrentamento estrutural da dívida corintiana, que gira em torno de R$ 2,8 bi. Uma ação de recuperação extrajudicial ou judicial permitiria que o clube reestruture as dívidas, reorganize as operações e apresente um plano de pagamentos dos débitos, de modo a evitar a falência. Na hipótese da medida judicial, o processo tem intermediação da Justiça e, na extrajudicial, há negociação direta com os credores. Alguns processos precisam ser seguidos para a aplicação da medida. Uma das necessidades é a comunicação à Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol, criada pela CBF, e responsável pelo sistema de saúde financeira dos clubes. A outra providência é a formação de um Comitê Executivo de Reestruturação, com participação de diferentes departamentos do clube.
Estudo do Conselho do Corinthians recomenda recuperação judicial ou extrajudicial para enfrentamento de dívida bilionária
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