A ex-animadora de torcida da Universidade de Kentucky Laken Snelling, de 22 anos, foi condenada a 10 anos de prisão nesta sexta-feira (16), nos Estados Unidos, após admitir ter causado a morte do filho recém-nascido. O corpo do bebê, McCoy Cade Hall, foi encontrado dentro de um saco plástico preto, escondido em um armário da casa onde ela vivia com colegas, em agosto de 2025. Veja também: Mulher é arrastada pelo mar e morre durante passeio ao nascer do sol com marido E mais: Naufrágio encontrado na Turquia pode revelar como funcionava o comércio marítimo no Mediterrâneo Snelling se declarou culpada, em agosto, perante o Tribunal do Circuito de Fayette, por homicídio culposo em primeiro grau, vilipêndio de cadáver, adulteração de provas materiais e ocultação do nascimento de uma criança. A promotoria havia recomendado dez anos de prisão pela acusação de homicídio e um ano para cada um dos outros crimes. Durante uma audiência anterior, Snelling admitiu que havia privado o bebê de oxigênio. Chorando, ela afirmou que estava sob forte estresse emocional e que o nascimento havia ocorrido de forma inesperada. — Em vez de ajudá-lo, acabei com a vida dele. Depois, limpei tudo e não contei a ninguém — disse ela, segundo a emissora americana WLEX. Corpo foi encontrado por colegas A polícia de Lexington foi acionada em 27 de agosto de 2025, depois que colegas de Snelling encontraram o recém-nascido morto dentro de um saco plástico, escondido em um armário. As estudantes também relataram aos serviços de emergência ter encontrado uma toalha ensanguentada no chão e uma sacola com materiais relacionados ao parto. Laken Snelling foi condenada a 10 anos Divulgação / Lexington Police Department Segundo os colegas, havia suspeitas de que Snelling estivesse escondendo uma gravidez. O bebê nasceu vivo, e o Instituto Médico Legal de Kentucky concluiu que a causa da morte foi asfixia por meios indeterminados. Inicialmente, Snelling disse aos policiais que o bebê havia caído no chão depois do parto e que ela não acreditava que ele estivesse respirando ou vivo. Mais tarde, mudou a versão e afirmou que havia desmaiado sobre o recém-nascido e, ao acordar, percebeu que ele estava ficando azul e roxo. Documentos judiciais também apontam que Snelling contou a profissionais de saúde que o bebê apresentou um pequeno movimento fetal e emitiu um gemido depois de nascer. Durante o trabalho de parto, ela chegou a tirar algumas fotografias, mas, segundo a polícia, apagou as imagens na tentativa de esconder o nascimento. Família lamentou perda Antes de a juíza Diane Minnifield anunciar a sentença, uma parente de McCoy Cade Hall falou sobre o impacto da morte da criança. Ela afirmou que a família havia imaginado momentos que poderiam viver com o bebê, como suas primeiras palavras e os primeiros beijos. — Como avó, você imagina as lembranças que criará com seus netos. Você espera ansiosamente vê-los crescer e observar a pessoa em que eles se tornam. No caso de Cade, essas possibilidades foram eliminadas antes mesmo que ele tivesse a chance de vivenciá-las — disse a familiar. Snelling havia se declarado inocente inicialmente, em abril, mas posteriormente mudou sua posição e admitiu a responsabilidade pela morte do filho. Ela poderá solicitar liberdade condicional depois de cumprir 85% da pena e não é elegível para liberdade probatória, segundo a Fox 56. Laken Snelling foi condenada a 10 anos Reprodução / Facebook
Estudante que matou bebê e escondeu corpo em armário é condenada nos EUA
Fonte da notícia:
O Globo
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