É possível florescer mesmo diante da perda? É justamente essa reflexão que o premiado romance de Valerie Perrin, fenômeno editorial recente na Europa e traduzido para mais de 30 idiomas, traz aos leitores. Chegando ao Brasil pela primeira vez, o livro rapidamente se tornou um dos mais procurados e agora ganha sua versão nos palcos nacionais.
Através do cotidiano da zeladora de um cemitério em uma pequena vila da Borgonha, a peça mostra como extrair alegria da dor e fabricar recomeços. Matéria exclusiva para assinantes.
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O Globo