Antes de subir ao palco do Espaço Favela do Rock in Rio neste domingo (6), Xamã falou à Quem sobre as diferentes fases de sua carreira. O rapper, que lançou recentemente o álbum Flerte, após o projeto Fragmentado (2025), foi questionado sobre transitar entre músicas românticas e a persona ‘malvadão’, associada a sucessos como Malvadão 2. “Eu até hoje não sei. Tem dia que eu acordo ouvindo Raça Negra e tem dia que eu acordo ouvindo Linkin Park. Tem dia que eu gosto de ouvir o vinil do Jorge Ben Jor. Gosto de ouvir coisas novas. Eu não consigo me colocar num potinho”, confessa. No novo trabalho, Xamã amplia essa mistura de referências ao aproximar o rap de afrobeat, amapiano, dancehall, house e ritmos latinos. O álbum tem oito faixas e participações de Ludmilla, L7NNON, Amabbi, NP e Nomad. O artista também contou que, atualmente, está mais conectado ao boom bap, principalmente por causa do álbum do Cartel, que está em construção. “Por esses dias eu tenho andado bem boom bap, até por causa do álbum do Cartel que a gente está construindo. Então, épocas”, explica. “Eu acho que é metamorfose. Eu sou muito fruto do que eu escuto. Eu estou cercado por música”.
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Estrela do Rock in Rio, Xamã fala sobre lado ‘malvadão’ e romântico: ‘Não consigo me colocar num potinho’
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