O cacau fechou a sessão na bolsa de Nova York com preços em forte queda, respondendo ao aumento da oferta nos principais produtores globais da amêndoa. Os lotes para dezembro registraram queda de 4,44% nesta terça-feira (8/9), para US$ 5.913 a tonelada. De acordo com o site Trading Key, os preços cederam com o aumento das chegadas de cacau nos portos da África Ocidental, particularmente da Costa do Marfim, combinadas com a contínua acumulação de estoques do produto na bolsa de Nova York, que aliviam a escassez física imediata no mercado spot.
As safras de Costa do Marfim e Gana cresceram no ciclo 2025/26 quando comparadas com a temporada imediatamente anterior. Agora, o mercado fica na expectativa dos números de entregas para a nova temporada, que teve início no último dia 1º de setembro. “À medida que os participantes do mercado se preparam para a transição para o novo ano comercial, os robustos estoques atuais proporcionaram uma margem de segurança suficiente contra gargalos imediatos de aquisição, levando os compradores comerciais a suspenderem as compras antes da colheita da safra principal”, destacou a publicação. Suco de laranja O suco de laranja fechou a sessão também fecou a sessão com preços em forte queda. Os contratos do produto concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) para novembro caíram 3,55%, a US$ 1,5060 a libra-peso.
Café O café arábica também se desvalorizou na bolsa americana. Os contratos para dezembro recuaram 1,45%, a US$ 2,9130 a libra-peso. Açúcar O açúcar demerara seguiu com preços elevados na bolsa de Nova York. Os lotes com entrega para outubro registraram alta de 0,17%, a 18,10 centavos de dólar a libra-peso. Algodão O algodão fechou a sessão com preços praticamente está. Os lotes para dezembro recuaram 0,01%, a 86,32 centavos de dólar a libra-peso.
Globo Rural