Esteatose hepática: o alerta do fígado
Durante anos, a gordura no fígado foi tratada como um achado de exame, algo sem grande urgência. Esse olhar mudou. Hoje, a esteatose hepática é vista como um sinal de desequilíbrio metabólico, ligado ao avanço da obesidade, do diabetes tipo 2, da pressão alta, do colesterol alterado e do sedentarismo. A mudança de nome adotada por entidades médicas ajuda a traduzir esse novo entendimento. O que antes era chamado de doença hepática gordurosa não alcoólica passou a ser definido como doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica, ou MASLD. A nova nomenclatura coloca o foco na origem do problema e não apenas na presença de gordura no órgão. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
