Estações do MetrôRio recebem avisos sonoros contra atos de vandalismo a monumentos históricos durante o carnaval

 

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O MetrôRio e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) realizam ação conjunta de conscientização sobre a importância da preservação dos bens culturais tombados durante o carnaval no Rio. A ação, chamada de “Quem samba cuida”, acontecerá nas estações do transporte, onde avisos sonoros gravados por artistas falam sobre boas práticas do uso dos espaços públicos e alertam contra atos de vandalismo. A Riotur e a Dream Factory também são parceiras.

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A campanha, que também será veiculada nas TVs dos trens e nas redes sociais da concessionária, orienta os foliões para não subirem, não urinarem ou depredarem os monumentos e demais bens históricos.

Um dos recados é do cantor baiano Léo Santana, que destaca as seguintes dicas: “Fala, family. Léo Santana, o gigante. Vai curtir um bloco? Utilize o transporte público para ir e voltar. O Iphan e o MetrôRio reforçam: o carnaval é pra curtir, mas com respeito! Quem samba, cuida da cidade, seja carioca ou turista. Não suba em monumentos, use os banheiros químicos e não danifique as estações de metrô e nem os patrimônios. O carnaval é agora. A história é pra sempre!”. Também gravaram avisos sonoros os artistas Lexa e Pedro Luís.

Além do sistema metroviário, a campanha estará presente em pontos estratégicos próximos a bens tombados, especialmente nas áreas por onde passam os cortejos carnavalescos, como no Centro e na Zona Sul. Em alguns desses locais, o público poderá conhecer a história dos bens culturais por meio de lonas informativas instaladas nos cercamentos.

Para a superintendente do Iphan no Rio de Janeiro, Patricia Wanzeller, a participação dos foliões é decisiva para a proteção destes bens.

— Os monumentos históricos contam a história da cidade e do país. Preservá-los é um ato de respeito à nossa memória coletiva. O carnaval é uma manifestação cultural potente, que pode e deve acontecer com cuidado e responsabilidade em relação ao patrimônio.

Segundo o presidente da Riotur, Bernardo Fellows, o carnaval de Rua ocupa alguns dos espaços mais simbólicos da cidade, sendo a campanha um convite aos foliões celebrarem com consciência.

— Preservar os bens históricos é cuidar da memória, da identidade e do futuro do Rio. É possível curtir a festa com alegria e, ao mesmo tempo, com respeito ao nosso patrimônio cultural.

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