Esses 5 celulares chineses deixam o iPhone 'no chinelo' em bateria

 

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Bateria virou um dos pontos mais disputados no mercado de smartphones, e a Apple já não reina sozinha quando o assunto é autonomia. Em 2026, modelos chineses de marcas como OPPO, realme, Nubia e Xiaomi passaram a aparecer à frente de iPhones em testes práticos de duração de carga, mostrando que a disputa ficou mais apertada também fora da ficha técnica. Em vez de olhar apenas para o número de mAh, rankings especializados ajudam a revelar quais aparelhos realmente conseguem ficar mais tempo longe da tomada em uso misto.

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Para esta lista, o TechTudo reuniu cinco celulares chineses lançados a partir de 2025 que superam iPhones no teste de bateria do portal especializado GSMArena, uma das referências nesse tipo de comparação. A seleção inclui aparelhos de perfis diferentes, mas todos têm algo em comum: entregam autonomia acima do padrão adotado pela Apple. Nas linhas a seguir, veja quais são eles, entenda o que explica essa vantagem e descubra qual iPhone ainda segura melhor a carga dentro da linha da marca.

Com bateria de 7.500 mAh, OPPO Find X9 Pro aparece entre os destaques em autonomia

Cecile Mendonça/TechTudo

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Esses 6 celulares chineses deixam o iPhone no chinelo em bateria

O TechTudo reuniu seis celulares chineses lançados a partir de 2025 que aparecem à frente de iPhones no teste de bateria do GSMArena. A seguir, confira os principais tópicos abordados na matéria:

Como escolhemos os celulares?

OPPO Find X9 Pro

realme GT 7

Redmagic 11 Pro

realme 15 Pro

Poco X8 Pro

iPhone realmente ficou para trás em bateria?

Qual iPhone tem a melhor bateria hoje?

Como escolher um celular com boa bateria

Vale a pena trocar iPhone por um celular com mais bateria?

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Como escolhemos os celulares?

Para montar esta lista, o TechTudo selecionou celulares chineses lançados a partir de 2025 por fabricantes já consolidadas no mercado. O principal critério foi o desempenho no Battery life test 2.0 do GSMArena, ranking que mede a autonomia dos aparelhos em uso misto e leva em conta cenários como chamadas, navegação na web, reprodução de vídeos e jogos.

A partir desse recorte, entraram na seleção os modelos que aparecem à frente de iPhones na pontuação de uso ativo, indicador principal do teste. Além da colocação no ranking, o comparativo também considerou fatores que ajudam a explicar esse desempenho, como capacidade da bateria, eficiência do processador, tipo de tela e velocidade de carregamento. Veja abaixo os 20 celulares com melhor desempenho no Battery life test 2.0 , considerando a pontuação de uso ativo.

realme P4 Power, 25h35

Xiaomi Poco X8 Pro Max, 25h22

OnePlus 15, 23h07

OPPO Find X9 Pro, 21h57

vivo iQOO 15, 21h47

Xiaomi 17, 21h46

OnePlus 15R, 21h36

Xiaomi 17 Ultra (China), 21h29

realme GT 7, 21h06

Xiaomi 17 Pro Max, 20h50

vivo V70 FE, 20h41

realme GT 8 Pro, 20h24

ZTE nubia Z80 Ultra, 20h13

OPPO Find X9 Ultra, 20h10

ZTE nubia RedMagic 11 Pro, 20h02

Xiaomi 17 Ultra, 19h09

Honor Magic8 Pro, 19h07

Xiaomi Poco F8 Ultra, 18h52

iPhone 16 Plus, 18h49

realme 16 Pro+, 18h18

OPPO Find X9 Pro

Entre os celulares desta lista, o OPPO Find X9 Pro é o que mais chama atenção quando o assunto é bateria. Nos testes do GSMArena, o modelo registrou 21h57 de pontuação de uso ativo, ficando à frente de todos os iPhones presentes no ranking, incluindo o iPhone 16 Plus, com 18h49, e o iPhone 17 Pro Max, com 17h58. Na prática, isso coloca o topo de linha da Oppo em uma posição bastante confortável para quem quer passar mais tempo longe da tomada.

Boa parte desse resultado vem da combinação entre bateria de 7.500 mAh e tecnologia de silício-carbono, solução que aumenta a densidade energética sem exigir um corpo exageradamente espesso. O aparelho ainda vem com chipset Mediatek Dimensity 9500, fabricado em 3 nanômetros e com frequência máxima de 4,21 GHz, e tela AMOLED, especificações que ajudam a maximizar a eficiência energética.

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O carregamento entra como reforço nesse pacote: o aparelho suporta 80 W com fio, 50 W sem fio e 10 W de recarga reversa, combinação que amplia a sensação de folga no uso diário. Com preço sugerido de R$ 11.999 no Brasil, o OPPO Find X9 Pro ocupa a faixa mais premium do mercado e se destaca também em fotografia, com uma câmera teleobjetiva de 200 MP.

realme GT 7

Quando o assunto é autonomia, o realme GT 7 aparece como um dos modelos mais competitivos desta lista. No teste do GSM Arena, o aparelho registrou 21h06 de pontuação de uso ativo, resultado que o coloca à frente de todos os iPhones presentes no ranking. Na prática, isso significa mais folga para encarar um dia pesado de uso sem depender tanto do carregador.

Esse desempenho tem relação direta com a ficha técnica, já que o GT 7 traz bateria de 7.000 mAh, chip MediaTek Dimensity 9400e com litografia de 4 nanômetros e frequência máxima de 3,4 GHz, além de tela LTPO AMOLED de 6,78 polegadas e 120 Hz. O conjunto ajuda a equilibrar potência e eficiência, o que faz diferença em tarefas como navegação, vídeos, redes sociais e jogos ao longo do dia.

realme GT 7 aposta em bateria de 7.000 mAh e recarga de 120 W

Ana Letícia Loubak/TechTudo

Outro ponto que reforça a proposta do aparelho é a recarga. Segundo a realme, o modelo suporta carregamento de 120 W, com promessa de chegar a 50% em 14 minutos e completar 100% em 40 minutos. Nos testes do GSMArena, o resultado foi até melhor: o celular atingiu 56% em 15 minutos, chegou a 91% em 30 minutos e completou a carga em 36 minutos. Para um smartphone com bateria tão grande, é um número bastante expressivo.

No Brasil, o realme GT 7 aparece no Mercado Livre por a partir de R$ 4.799. Frente ao iPhone, o modelo da realme se destaca por combinar bateria muito acima da média com recarga veloz, entregando uma experiência mais tranquila para quem passa muitas horas longe da tomada.

RedMagic 11 Pro

O RedMagic 11 Pro mostra que celular gamer também pode entregar bateria de destaque. Nos testes do GSMArena, o modelo alcançou 20h02 de pontuação de uso ativo, também ficando à frente de todos os iPhones do ranking. O resultado chama atenção porque o aparelho combina proposta voltada para jogos com uma autonomia que também se destaca fora desse nicho.

Parte dessa vantagem vem da ficha técnica. O smartphone traz bateria de 7.500 mAh, chip Snapdragon 8 Elite Gen 5, fabricado em 3 nanômetros e com frequência máxima de 4,6 GHz, além de tela AMOLED de 6,85 polegadas com 144 Hz. Com hardware de ponta e painel voltado para fluidez, o conjunto conseguiu registrar tempos fortes em navegação na web e reprodução de vídeo nos testes do GSMArena, o que ajuda a explicar sua posição acima da Apple no ranking.

RedMagic 11 Pro une bateria de 7.500 mAh e foco gamer em um pacote de alto desempenho

Reprodução/REDMAGIC

O modelo também tenta manter esse desempenho sob controle térmico mais estável. A Nubia aposta em um sistema de resfriamento que combina câmara de vapor, ventilador integrado e refrigeração líquida, solução pensada para segurar o rendimento em sessões longas de jogo.

A recarga acompanha essa proposta: são 80 W com fio e 80 W sem fio, com carga completa em cerca de 55 minutos no teste do GSMArena. Frente ao iPhone, o Redmagic 11 Pro se diferencia por unir bateria muito grande, foco claro em desempenho e recursos pensados para uso intenso. No Mercado Livre, a versão de 256 GB do smartphone gamer aparece por a partir de R$ 6.149.

realme 15 Pro

O realme 15 Pro é uma opção voltada para quem quer muita bateria sem necessariamente entrar no grupo dos flagships mais caros. No teste do GSMArena, o aparelho registrou 17h04 de pontuação de uso ativo, resultado que o coloca à frente de vários iPhones do ranking, como iPhone 15 Plus (16h33), iPhone 15 Pro Max (16h01) e iPhone 17 (14h59). Por outro lado, ele ainda fica abaixo de modelos da Apple mais fortes em autonomia, caso do iPhone 16 Plus (18h49), do iPhone 17 Pro Max (17h58) e do iPhone 16 Pro Max (17h18).

O bom desempenho faz sentido quando se olha para a ficha técnica. Isso porque o modelo combina bateria de 7.000 mAh com o chip Snapdragon 7 Gen 4, fabricado em 4 nanômetros e com frequência máxima de 2,8 GHz, além de tela OLED de 6,8 polegadas e taxa de atualização de 144 Hz. Mesmo sendo um intermediário premium, o aparelho conseguiu números fortes em chamadas, navegação e vídeo, o que ajuda a explicar sua posição acima de boa parte da linha iPhone no teste do GSMArena.

realme 15 Pro aposta em bateria de 7.000 mAh para entregar mais folga no uso diário

Ana Letícia Loubak/TechTudo

A recarga também ajuda a reforçar o pacote. O realme 15 Pro suporta 80 W com fio, e o GSM Arena aponta que o aparelho chega a 61% em 30 minutos e completa a carga em pouco menos de uma hora. Para um celular com bateria tão grande, é um tempo competitivo e que aumenta a sensação de folga no uso diário, especialmente para quem passa muitas horas fora de casa.

Hoje, o smartphone aparece no Mercado Livre por a partir de R$ 3.869. Frente ao iPhone, ele não chega a superar os modelos da Apple com melhor bateria, mas ainda entrega vantagem sobre uma parte relevante da linha ao combinar autonomia elevada, tela de alto nível e um conjunto mais equilibrado para quem quer bastante carga sem subir demais de preço.

Poco X8 Pro

Bastante popular no Brasil, a linha Poco fecha esta lista com o Poco X8 Pro, modelo que mostra como a Xiaomi também conseguiu avançar em bateria dentro da categoria premium. Nos testes, o aparelho registrou 16h52 de pontuação de uso ativo, resultado que o coloca à frente de vários iPhones do ranking, como o iPhone 15 Plus (16h33), o iPhone 15 Pro Max (16h01) e o iPhone 16 (15h42). Por outro lado, ele ainda fica abaixo dos modelos mais fortes da Apple em autonomia, caso do iPhone 16 Plus (18h49), do iPhone 17 Pro Max (17h58) e do iPhone 16 Pro Max (17h18).

O Poco X8 Pro traz bateria de 6.500 mAh, chip Dimensity 8500-Ultra, fabricado em 4 nanômetros e com frequência máxima de 3,4 GHz, além de tela AMOLED de 6,59 polegadas com 120 Hz. Na prática, essa combinação ajuda a equilibrar potência e eficiência energética, algo que aparece no próprio teste do GSMArena, em que o modelo teve números consistentes em chamadas, navegação, vídeo e jogos.

Poco X8 Pro Max se destaca como o modelo mais potente da linha, com processador entre os cinco melhores do mundo

Reprodução/Xiaomi

Além disso, o smartphone suporta 100 W com fio e, nos testes do GSMArena, chegou a 41% em 15 minutos, bateu 75% em 30 minutos e completou a carga em 41 minutos. Para um aparelho com bateria desse tamanho, é um resultado competitivo e que pesa a favor da experiência no dia a dia, especialmente para quem quer mais tranquilidade longe da tomada.

O Poco X8 Pro já aparece no Mercado Livre por a partir de R$ 2.605. O modelo mira um público que busca desempenho forte, visual mais refinado e autonomia acima da média. Frente ao iPhone, ele não lidera o ranking, mas ainda se posiciona acima de uma parte importante da linha da Apple, mostrando como a disputa por bateria ficou mais apertada em 2026.

iPhone realmente ficou para trás em bateria?

Não de forma absoluta, mas a Apple fica para trás diante de muitas marcas chinesas. No teste de bateria do GSMArena, o iPhone mais bem colocado é o iPhone 16 Plus, com 18h49 de pontuação de uso ativo. O resultado continua forte, mas já aparece abaixo de celulares chineses recentes como OPPO Find X9 Pro (21h57), realme GT 7 (21h06), RedMagic 11 Pro (20h02) e Poco F8 Ultra (18h52).

Isso mostra que o iPhone segue competitivo em bateria, mas já não reina sozinho nesse quesito. Nos últimos anos, marcas chinesas passaram a combinar baterias maiores, recargas mais rápidas e chips mais eficientes, o que reduziu a distância que a Apple costumava abrir sobre a concorrência em uso misto.

Também é importante relativizar a comparação. Nem todos os celulares chineses superam todos os iPhones, e a própria Apple ainda tem modelos muito bem colocados no ranking. O que mudou, na prática, é que a disputa ficou mais equilibrada, e a vantagem da Apple já não é tão clara quanto em outras gerações.

Qual iPhone tem a melhor bateria hoje?

Por mais curioso que pareça, o iPhone com melhor autonomia hoje, dentro do recorte dos testes, é o iPhone 16 Plus. No ranking, ele marcou 18h49 de pontuação de uso ativo, à frente do iPhone 17 Pro Max, com 17h58, e do iPhone 16 Pro Max, com 17h18. O resultado chama atenção porque muita gente tende a imaginar que os modelos Pro Max sempre lideram nesse ponto, mas, na prática, a equação não depende só de potência ou de tamanho de tela.

iPhone 16 Plus lidera entre os celulares da Apple no ranking de bateria do GSM Arena

Divulgação/Apple

O que ajuda a explicar a vantagem do iPhone 16 Plus é justamente o equilíbrio. Ele combina tela grande, bateria maior que a da geração anterior e o chip A18, que trouxe ganhos de eficiência. Ao mesmo tempo, não carrega o pacote mais pesado dos modelos Pro Max, que incluem câmeras mais avançadas e uma proposta mais agressiva em desempenho. No uso misto, isso faz diferença. O aparelho consegue entregar bastante fôlego sem exigir tanto da bateria em tarefas do dia a dia.

Isso não quer dizer que o iPhone 17 Pro Max tenha bateria fraca. Muito pelo contrário. Ele continua entre os iPhones mais fortes em autonomia e segue como uma opção de alto nível para quem quer desempenho máximo. A questão é que, nesse comparativo específico, o iPhone 16 Plus se mostra mais eficiente no conjunto. É menos uma vitória por força bruta e mais um caso de melhor acerto entre bateria, chip, tela e consumo de energia.

Como escolher um celular com boa bateria?

Na hora de escolher um celular com boa bateria, olhar apenas para o número de mAh já não basta. É claro que capacidades maiores, como 6.000 mAh, 6.500 mAh ou 7.000 mAh, tendem a oferecer mais folga no uso diário, mas a autonomia real depende de um conjunto de fatores. Processador, sistema, tipo de tela, taxa de atualização e até o brilho máximo do display influenciam diretamente no consumo de energia. Em outras palavras, dois celulares com a mesma bateria podem entregar resultados bem diferentes no dia a dia.

Por isso, vale prestar atenção também à eficiência do chip e à proposta do aparelho. Processadores mais novos, feitos em litografias menores, costumam gastar menos energia para executar as mesmas tarefas. A tela pesa bastante nessa conta: painéis grandes, muito brilhantes e com altas taxas de atualização tendem a consumir mais, enquanto tecnologias como LTPO ajudam a reduzir esse impacto ao ajustar a fluidez conforme o uso. O software também faz diferença, já que fabricantes com melhor otimização conseguem extrair mais autonomia mesmo sem baterias gigantes.

Bateria de 6.500 mAh é um dos destaques do Poco X8 Pro

Reprodução/Xiaomi

Um celular com boa bateria fica ainda mais prático quando também oferece carregamento rápido, já que isso reduz o tempo na tomada e compensa melhor dias de uso intenso. No fim, o ideal é cruzar ficha técnica com testes práticos de autonomia e com o seu perfil de uso.

Quem passa o dia em redes sociais, vídeos e apps bancários tem uma necessidade diferente de quem joga, usa 5G direto, grava vídeos ou depende de mapas o tempo todo. É essa combinação que mostra se um aparelho vai entregar tranquilidade real longe do carregador ou apenas um número chamativo no papel.

Vale a pena trocar iPhone por um celular com mais bateria?

Depende bastante do seu perfil de uso. Para o usuário intenso, a resposta tende a ser sim. Quem passa muitas horas no 5G, usa mapas com frequência, joga, grava vídeos, trabalha fora de casa, faz muitas chamadas e fica o dia todo alternando entre redes sociais, câmera e apps de produtividade pode sentir uma diferença real ao migrar para um celular com bateria de 6.500 mAh ou 7.000 mAh. Nesse cenário, a troca faz sentido porque a autonomia deixa de ser só um detalhe da ficha técnica e passa a impactar diretamente a rotina.

Já para o usuário moderado, a resposta tende a ser talvez não. Se o iPhone atual ainda chega ao fim do dia com folga, a troca apenas por bateria pode não compensar. Isso vale especialmente para quem usa o celular de forma mais previsível, com redes sociais, mensagens, vídeos, apps bancários e navegação ocasional, sem exigir tanto do aparelho ao longo do dia. Nessa situação, o ganho de autonomia existe, mas pode não ser grande o suficiente para justificar a mudança de sistema.

Para quem usa Mac, AirPods, Apple Watch, iCloud e recursos de continuidade entre aparelhos, sair do iPhone pode representar uma perda de integração que pesa mais do que a bateria extra. Muitas vezes, o usuário não troca só de celular, mas abre mão de uma experiência já encaixada no dia a dia. Por isso, antes de migrar, vale pensar se a principal dor é realmente a autonomia ou se o conjunto da Apple ainda entrega mais conforto no uso.

Com informações de TechTudo (1, 2, 3, 4, 5 e 6), GSMArena, Oppo, realme (1, 2), Nubia, Xiaomi (1, 2)


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