Escola que homenageou Lula puxa CarnaLula do Rio à ZL de Manaus

Escola que homenageou Lula puxa CarnaLula do Rio à ZL de Manaus - Foto
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A escola que levou Lula da Silva para a Sapucaí levou a festa de volta para a rua. Na segunda-feira (26 de outubro), um dia após a vitória acachapante sobre o bolsonarismo, a Acadêmicos de Niterói, do samba-enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, puxou em Niterói o primeiro arrastão da vitória petista e abriu caminho para o CarnaLula que tomou o país.

O samba que saiu da avenida Estreante no grupo especial, a Acadêmicos fez história ao homenagear um presidente em exercício.

Com refrão de “Olê, olê, olá, Lula, Lula” e “o amor venceu o medo”, a escola desceu de Icaraí para a rua na segunda com bateria, bandeirões e velha guarda. Não era desfile oficial.

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Em São Paulo, a avenida Paulista virou o epicentro. Lotada da Haddock Lobo à Joaquim Eugênio de Lima desde o domingo, quando milhares tomaram a via após a virada, a festa continuou na segunda com sinalizadores, rojões e buzinaço.

No Rio, a Cinelândia repetiu a cena que correu o país: lágrimas, abraços e gente cantando o Hino da Independência. Em Copacabana, blocos espontâneos batizaram a folia de CarnaLula.

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Em Manaus, da Saudade à Ponta Negra O Amazonas entrou no circuito.

No domingo, buzinaço na Eduardo Ribeiro, Djalma Batista e Ponta Negra. Na segunda, a concentração se fixou na praça da Saudade e no largo de São Sebastião, tendo o majestoso Teatro Amazonas como cenário, com direito a carimbó em ritmo de “Lula lá”, boneco gigante do operário e churrasco na rua na zona leste, chamada carinhosamente pelos moradores de ZL.

Não foi ato de diretório. Foi rua.

O mesmo rosto em êxtase visto na Cinelândia e na Paulista estampou Manaus. A festa que nasceu como samba-enredo em Niterói virou enredo nacional.

Foto: imagem gerada por IA

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