Errar por último
Dá tristeza ouvir da boca de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) tentativas de justificar as próprias atuações no campo privado, quando lhes convém ser cidadãos comuns. São humanos, naturalmente, e podem errar. Mas se consideram acima dessas medidas, tamanho o poder que acumulam. O paradoxo está em que acreditam na frase de Rui Barbosa, segundo a qual têm o direito de errar por último, não como uma advertência, mas como uma prerrogativa. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
