Vinte e três dias após a morte de uma adolescente brasileira durante uma transmissão de vídeo na qual foi estimulada à automutilação e ao suicídio, e dois dias depois de a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) suspender as lives do Discord no Brasil, o vice-presidente de Segurança e Confiança da plataforma, Jud Hoffman, admitiu, em entrevista ao GLOBO, falhas no processo do serviço, mas afirmou que o combate a “atores mal-intencionados” deve ser feito de forma colaborativa entre as diferentes redes sociais.
O executivo evitou criticar a agência brasileira, mas não respondeu se o Discord pretende remover a criptografia de ponta a ponta das comunicações envolvendo menores.
A tecnologia teria dificultado a detecção de situações de risco.
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Entrevista: 'Não fomos rápidos o suficiente, mas estamos trabalhando', diz vice-presidente de Segurança do Discord
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